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A inferioridade que toda feminista sente de si mesma

14/12/2013 12:18

A inferioridade que toda feminista sente de si mesma

 

Toda mulher gorda e feminista tem um profundo complexo de inferioridade. Por mais que neguem, as mulheres sabem que precisam ser bonitas e gostosas para serem desejadas pelos homens. E quando isso não acontece, os mais injustos sentimentos de ódio e de vingança surgem na mente da gorda feminista, direcionados contra toda classe masculina. É como se ela quisesse se vingar de todos os homens, porque os homens não querem nada com ela.

A vida de uma feminista gorda está enfeitiçada, não por forças estranhas e alienígenas, mas por uma força profundamente enraizada no seu subconsciente. Sempre que a feminista gorda procura um relacionamento com alguém que lhe agrada, essa força envia sua mensagem de condenação: “Jamais vai conseguir o que quer; você não merece.”

Para lutar contra essa voz silenciosa da inferioridade, a gorda feminista deveria primeiro torná-la consciente. Não é possivel reprogramar a mensagem sem que a tenha tirado do banco de memória para ser exposta como um pensamento consciente. Em outras palavras, para modificá-la, primeiro ela deve ouvi-la.

Infelizmente quase nunca é isso que a gorda feminista faz. A solução padrão que uma mulher psicótica como essa adota é invariavelmente tentar demolir a auto-estima do homem que está com ela e de todos os homens em geral. Ela faz isso porque acha que se fizer com que os homens se sintam piores do que ela mesma se sente consigo própria, isso será uma vitória para ela. É como se dois corredores de maratona das olimpiadas estivessem competindo e um deles, para ganhar a corrida, coloque tachinhas no sapato do outro, para sabotá-lo. É claro que o corredor trapaceiro vai ganhar a corrida assim; mas não por ter sido o melhor, mas sim, por ter sabotado e trapaceado com o colega. Em síntese é apenas isso que o feminismo ensina as mulheres a fazerem com os homens.

Quando um homem está em dúvida a respeito de se casar com uma mulher gorda e feminista, ele diz: “Acho que o casamento seria um grande erro”, mas ela, no seu subconsciente ouviu: “Casar com você será um grande erro”. Quando o homem diz: “Não estou certo de que você seja a mulher para mim”, sua voz interna disse: “Naturalmente que ele não está certo. Porque você não é mulher para ninguém.”

A voz silenciosa da inferioridade também diz coisas para a feminista gorda que nada têm a ver com um homem: “Você não merece ser feliz”; “Vai se arrepender quando tudo começar a dar errado”. etc, etc.

Quando a feminista para um pouco de tentar encontrar algum defeito ou crime nos “Mascus” e começa a ouvir de verdade os próprios pensamentos, a confusão dela na verdade aumenta. Pois agora, parece que existem duas vozes discutindo. Quando a voz de inferioridade diz: “Você não merece ser feliz”, uma voz muito fraca de auto-estima replica: “Oh, mereço sim”.

A guerra civil psicológica é um sistema clássico das mulheres imobilizadas por ser gordas feministas com baixa auto-estima. A voz da auto-estima é produto do pensamento adulto e racional, uma voz de esperança, que olha o mundo e diz: “Tenho todos os motivos para acreditar que posso ser o que eu quiser”. Mas é dificil para uma “feminista desde criancinha” ter um pensamento adulto e racional. A voz da inferioridade é produto do condicionamento feminista anterior – “Alguma coisa está errada; preciso mudar e consertar o mundo através do feminismo”.

As feministas aprisionadas pelo sentimento de inferioridade andam sobre ovos. Elas têm um cuidado extremo para não ofender os seus aliados gayzistas. Elas ficam doentes só com a idéia de que um homem gay pode não gostar delas. Assim, elas fazem tudo o que é possível para controlar sua imagem social, acreditando que a aprovação dos gays, de algum modo, vai eliminar seus sentimentos de inferioridade e culpa, por constantemente agredirem os homens verbalmente e, frequentemente, fisicamente. Porém, o efeito é o contrário. A cada vez que essas feministas psicopatas moldam a própria personalidade de acordo com a imagem e personalidade dos gays e dos travestis, seu sentimento de inferioridade é reforçado. Na verdade, estão dizendo: “Meu eu verdadeiro é uma pessoa má. Não posso deixar que apareça”.

Uma feminista gorda é uma pessoa de muitas faces. Pode ter a reação “certa” no momento “certo”, agradando os gayzistas e travestis e assim conquistando seu respeito. Contudo, são os gays e travestis que controlam a definição do que é “certo”. Ela acredita que, bajulando os gays, ganhará auto-respeito. Mas isso nunca funciona.

A procura de aprovação é o elemento chave no controle da imagem social. A aprovação dos gays e travestis faz com que a feminista se sinta bem. Mas como essa sensação de bem estar é controlada por outra pessoa, ela deve alguma coisa à pessoa cuja aprovação procura conseguir. Acha quase impossível não tentar agradar aos gayzistas.

A aprovação dos gays tem um efeito de tornar-se um hábito para a mulher feminista. Temporariamente suplanta a voz secreta da inferioridade, dando-lhe uma sensação de segurança. Contudo, em determinado nível do consciente, a mulher sabe qual é a verdade: “A única razão pela qual estou me sentindo bem é porque esse gay gosta de mim”. Como os gostos das pessoas podem mudar, ela chega à conclusão de que sua sensação de segurança é precária. Logo precisa procurar aprovação mais ampla, representando a imagem social “correta”.

A feminista com forte sentimento de inferioridade tem enorme desejo pela aprovação social. Seu vício de agradar aos outros exige uma “dose” em horários fixos. Fica tão absorta na escolha da próxima pessoa a quem agradar, que nem percebe que está na verdade fugindo da desaprovação – uma tarefa eminentemente fútil.

Ainda neste ano de 2013, aquela famosa feminista da Federal que combatemos aqui fez uma leve crítica contra algumas performances da Marcha das Vadias. Então, as feministas da Marcha ficaram furiosas com ela e mandaram muitos comentários ofensivos contra ele, criticando-a porque ela criticou um aspecto da marcha das Vadias. Essa feminista, que está tão acostumada a responder os insultos que os homens lhes dirigiam, ficou tão magoada com os insultos que suas colegas feministas fizeram, que até ameaçou acabar com o bloguezinho dela. Só depois de muita puxação de saco por parte das leitorxs dela que ela decidiu continuar com o blogue. Mas nós sabemos aqui que ela jamais cogitou seriamente a possibilidade de extinguir o blogue dela. Tudo o que ela queria era se fazer de vítima para voltar a receber os elogios e a puxação de saco a que está acostumada.

Mas nem sempre a feminista gorda sente o desejo de agradar os outros. Se a distância psicológica for grande, a feminista gorda não sente o menor impulso para agradar e nem mesmo respeitar a outra pessoa. O conceito de distância psicológica nos diz que quanto mais próxima uma pessoa se sente de outra, menor é a distância psicológica entre elas. E vice-versa, quanto menor for a afinidade entre duas pessoas, maior é a distância psicológica entre elas. Quando uma feminista procura aprovação, a intensidade dos seus esforços dependerá da distância psicológica entre ela e a pessoa cuja aprovação tenta conquistar.

Se a distância psicológica for grande, como a que existe entre ela e o zelador da faculdade, a feminista pode não ter muita vontade de agradar. Pode sentir-se à vontade e, o que é triste, ser mais ofensiva com ele do que com qualquer outra pessoa. Essa é a razão pela qual a feminista que combatemos aqui sempre está a nos xingar e a nos ofender e desrespeitar.

Se a distância psicológica for moderada, como a colega de trabalho, a feminista poderá manter a imagem social “certa” com um mínimo de esforço. Pode se preocupar com a desaprovação, mas provavelmente evitará o desconforto, projetando a imagem que promete elogios e reconhecimento.

Se a distância psicológica for pequena, como com o marido ou amante lésbica, a feminista experimentará o mais alto grau de apreensão. A tensão aumenta à medida que procura a imagem “certa” para projetar. Provavelmente seu nervosismo a fará dizer ou fazer coisas erradas, pelas quais ela pressente a desaprovação. Não pode vencer. Quanto mais se esforça, mais corre o risco da desaprovação.

A feminista preocupada com a imagem tem uma imensa coleção de táticas para satisfazer as outras às quais recorre para atender às expectativas das outras feministas. A avaliação que uma feminista faz do potencial de aprovação, em uma reunião, leva à complementação de preterminadas táticas de satisfação.

Um gay tristonho precisa de piedade; um gay tímido, uma abordagm delicada. A mulher do presidente da firma deve sentir-se uma rainha com uma solicitação respeitosa. Um gay mal-humorado ganha um sorriso. A um outro mais velho e eminente, presta-se uma homenagem.

Como podem ver, a maioria das táticas de satisfazer os outros é reservada aos gays. Quando uma feminista procura agradar os gays, não está flertando com eles. Na verdade, ela está tentando agradar-lhes como uma filha procura agradar ao pai. Na verdade, é exatamente isso o que está fazendo.

A feminista dedicada a controlar sua imagem social esforça-se até ficar exausta. Faz o impossível para nunca dizer não. Está certa de que um não acarretará desaprovação.

Ela culpará algum homem hetero por sua incapacidade de fazer alguma coisa. Inventará uma desculpa esfarrapada para não recusar abertamente um convite. Pode até fingir doença. Se o convite é de alguém cuja aprovação ela quer desesperadamente, pode ficar realmente doente de depressão.

Já vimos como o esforço para controlar sua imagem social rouba da feminista a sua identidade. Ela não pode se orgulhar por se vender para conseguir a próxima “dose” de aprovação. Se o controle da imagem é extremamente importante para ela, vai olhar no espelho e ver apenas o reflexo das exigências das outas pessoas e suas preferências.

A feminista que se dedica a controlar sua imagem social acredita que possui poderes mágicos. Age como se pudesse “fazer” com que as pessoas pensem de determinado modo. “Controlando meu comportamento, tenho o poder de ganhar aprovação e evitar desaprovação. Posso fazer com que gostem de mim; o que é mais importante, posso fazer com que não me desaprovem”.

Essa ilusão de poder vive na mulher desde a infância. Essa é a origem das “feministas desde criancinha”. Ela aprendeu a acreditar nessa idéia irracional agradando à mãe, geralmente uma feminista fanática, e assim evitando a rejeição. Nos seus primeiros anos, esse poder irreal do ego a ajudou a manter a auto-estima e a afastar o medo. Na idade adulta, ele ameaça anular toda a possibilidade dessa mulher de ser feliz. Assim, embora essencial para a sua sobrevivência no passado, poderá destruí-la no presente.

- See more at: http://feminismodiabolico.blogspot.com.br/#sthash.NlyDuN0I.dpuf

A inferioridade que toda feminista sente de si mesma

Toda mulher gorda e feminista tem um profundo complexo de inferioridade. Por mais que neguem, as mulheres sabem que precisam ser bonitas e gostosas para serem desejadas pelos homens. E quando isso não acontece, os mais injustos sentimentos de ódio e de vingança surgem na mente da gorda feminista, direcionados contra toda classe masculina. É como se ela quisesse se vingar de todos os homens, porque os homens não querem nada com ela.

A vida de uma feminista gorda está enfeitiçada, não por forças estranhas e alienígenas, mas por uma força profundamente enraizada no seu subconsciente. Sempre que a feminista gorda procura um relacionamento com alguém que lhe agrada, essa força envia sua mensagem de condenação: “Jamais vai conseguir o que quer; você não merece.”

Para lutar contra essa voz silenciosa da inferioridade, a gorda feminista deveria primeiro torná-la consciente. Não é possivel reprogramar a mensagem sem que a tenha tirado do banco de memória para ser exposta como um pensamento consciente. Em outras palavras, para modificá-la, primeiro ela deve ouvi-la.

Infelizmente quase nunca é isso que a gorda feminista faz. A solução padrão que uma mulher psicótica como essa adota é invariavelmente tentar demolir a auto-estima do homem que está com ela e de todos os homens em geral. Ela faz isso porque acha que se fizer com que os homens se sintam piores do que ela mesma se sente consigo própria, isso será uma vitória para ela. É como se dois corredores de maratona das olimpiadas estivessem competindo e um deles, para ganhar a corrida, coloque tachinhas no sapato do outro, para sabotá-lo. É claro que o corredor trapaceiro vai ganhar a corrida assim; mas não por ter sido o melhor, mas sim, por ter sabotado e trapaceado com o colega. Em síntese é apenas isso que o feminismo ensina as mulheres a fazerem com os homens.

Quando um homem está em dúvida a respeito de se casar com uma mulher gorda e feminista, ele diz: “Acho que o casamento seria um grande erro”, mas ela, no seu subconsciente ouviu: “Casar com você será um grande erro”. Quando o homem diz: “Não estou certo de que você seja a mulher para mim”, sua voz interna disse: “Naturalmente que ele não está certo. Porque você não é mulher para ninguém.”

A voz silenciosa da inferioridade também diz coisas para a feminista gorda que nada têm a ver com um homem: “Você não merece ser feliz”; “Vai se arrepender quando tudo começar a dar errado”. etc, etc.

Quando a feminista para um pouco de tentar encontrar algum defeito ou crime nos “Mascus” e começa a ouvir de verdade os próprios pensamentos, a confusão dela na verdade aumenta. Pois agora, parece que existem duas vozes discutindo. Quando a voz de inferioridade diz: “Você não merece ser feliz”, uma voz muito fraca de auto-estima replica: “Oh, mereço sim”.

A guerra civil psicológica é um sistema clássico das mulheres imobilizadas por ser gordas feministas com baixa auto-estima. A voz da auto-estima é produto do pensamento adulto e racional, uma voz de esperança, que olha o mundo e diz: “Tenho todos os motivos para acreditar que posso ser o que eu quiser”. Mas é dificil para uma “feminista desde criancinha” ter um pensamento adulto e racional. A voz da inferioridade é produto do condicionamento feminista anterior – “Alguma coisa está errada; preciso mudar e consertar o mundo através do feminismo”.

As feministas aprisionadas pelo sentimento de inferioridade andam sobre ovos. Elas têm um cuidado extremo para não ofender os seus aliados gayzistas. Elas ficam doentes só com a idéia de que um homem gay pode não gostar delas. Assim, elas fazem tudo o que é possível para controlar sua imagem social, acreditando que a aprovação dos gays, de algum modo, vai eliminar seus sentimentos de inferioridade e culpa, por constantemente agredirem os homens verbalmente e, frequentemente, fisicamente. Porém, o efeito é o contrário. A cada vez que essas feministas psicopatas moldam a própria personalidade de acordo com a imagem e personalidade dos gays e dos travestis, seu sentimento de inferioridade é reforçado. Na verdade, estão dizendo: “Meu eu verdadeiro é uma pessoa má. Não posso deixar que apareça”.

Uma feminista gorda é uma pessoa de muitas faces. Pode ter a reação “certa” no momento “certo”, agradando os gayzistas e travestis e assim conquistando seu respeito. Contudo, são os gays e travestis que controlam a definição do que é “certo”. Ela acredita que, bajulando os gays, ganhará auto-respeito. Mas isso nunca funciona.

A procura de aprovação é o elemento chave no controle da imagem social. A aprovação dos gays e travestis faz com que a feminista se sinta bem. Mas como essa sensação de bem estar é controlada por outra pessoa, ela deve alguma coisa à pessoa cuja aprovação procura conseguir. Acha quase impossível não tentar agradar aos gayzistas.

A aprovação dos gays tem um efeito de tornar-se um hábito para a mulher feminista. Temporariamente suplanta a voz secreta da inferioridade, dando-lhe uma sensação de segurança. Contudo, em determinado nível do consciente, a mulher sabe qual é a verdade: “A única razão pela qual estou me sentindo bem é porque esse gay gosta de mim”. Como os gostos das pessoas podem mudar, ela chega à conclusão de que sua sensação de segurança é precária. Logo precisa procurar aprovação mais ampla, representando a imagem social “correta”.

A feminista com forte sentimento de inferioridade tem enorme desejo pela aprovação social. Seu vício de agradar aos outros exige uma “dose” em horários fixos. Fica tão absorta na escolha da próxima pessoa a quem agradar, que nem percebe que está na verdade fugindo da desaprovação – uma tarefa eminentemente fútil.

Ainda neste ano de 2013, aquela famosa feminista da Federal que combatemos aqui fez uma leve crítica contra algumas performances da Marcha das Vadias. Então, as feministas da Marcha ficaram furiosas com ela e mandaram muitos comentários ofensivos contra ele, criticando-a porque ela criticou um aspecto da marcha das Vadias. Essa feminista, que está tão acostumada a responder os insultos que os homens lhes dirigiam, ficou tão magoada com os insultos que suas colegas feministas fizeram, que até ameaçou acabar com o bloguezinho dela. Só depois de muita puxação de saco por parte das leitorxs dela que ela decidiu continuar com o blogue. Mas nós sabemos aqui que ela jamais cogitou seriamente a possibilidade de extinguir o blogue dela. Tudo o que ela queria era se fazer de vítima para voltar a receber os elogios e a puxação de saco a que está acostumada.

Mas nem sempre a feminista gorda sente o desejo de agradar os outros. Se a distância psicológica for grande, a feminista gorda não sente o menor impulso para agradar e nem mesmo respeitar a outra pessoa. O conceito de distância psicológica nos diz que quanto mais próxima uma pessoa se sente de outra, menor é a distância psicológica entre elas. E vice-versa, quanto menor for a afinidade entre duas pessoas, maior é a distância psicológica entre elas. Quando uma feminista procura aprovação, a intensidade dos seus esforços dependerá da distância psicológica entre ela e a pessoa cuja aprovação tenta conquistar.

Se a distância psicológica for grande, como a que existe entre ela e o zelador da faculdade, a feminista pode não ter muita vontade de agradar. Pode sentir-se à vontade e, o que é triste, ser mais ofensiva com ele do que com qualquer outra pessoa. Essa é a razão pela qual a feminista que combatemos aqui sempre está a nos xingar e a nos ofender e desrespeitar.

Se a distância psicológica for moderada, como a colega de trabalho, a feminista poderá manter a imagem social “certa” com um mínimo de esforço. Pode se preocupar com a desaprovação, mas provavelmente evitará o desconforto, projetando a imagem que promete elogios e reconhecimento.

Se a distância psicológica for pequena, como com o marido ou amante lésbica, a feminista experimentará o mais alto grau de apreensão. A tensão aumenta à medida que procura a imagem “certa” para projetar. Provavelmente seu nervosismo a fará dizer ou fazer coisas erradas, pelas quais ela pressente a desaprovação. Não pode vencer. Quanto mais se esforça, mais corre o risco da desaprovação.

A feminista preocupada com a imagem tem uma imensa coleção de táticas para satisfazer as outras às quais recorre para atender às expectativas das outras feministas. A avaliação que uma feminista faz do potencial de aprovação, em uma reunião, leva à complementação de preterminadas táticas de satisfação.

Um gay tristonho precisa de piedade; um gay tímido, uma abordagm delicada. A mulher do presidente da firma deve sentir-se uma rainha com uma solicitação respeitosa. Um gay mal-humorado ganha um sorriso. A um outro mais velho e eminente, presta-se uma homenagem.

Como podem ver, a maioria das táticas de satisfazer os outros é reservada aos gays. Quando uma feminista procura agradar os gays, não está flertando com eles. Na verdade, ela está tentando agradar-lhes como uma filha procura agradar ao pai. Na verdade, é exatamente isso o que está fazendo.

A feminista dedicada a controlar sua imagem social esforça-se até ficar exausta. Faz o impossível para nunca dizer não. Está certa de que um não acarretará desaprovação.

Ela culpará algum homem hetero por sua incapacidade de fazer alguma coisa. Inventará uma desculpa esfarrapada para não recusar abertamente um convite. Pode até fingir doença. Se o convite é de alguém cuja aprovação ela quer desesperadamente, pode ficar realmente doente de depressão.

Já vimos como o esforço para controlar sua imagem social rouba da feminista a sua identidade. Ela não pode se orgulhar por se vender para conseguir a próxima “dose” de aprovação. Se o controle da imagem é extremamente importante para ela, vai olhar no espelho e ver apenas o reflexo das exigências das outas pessoas e suas preferências.

A feminista que se dedica a controlar sua imagem social acredita que possui poderes mágicos. Age como se pudesse “fazer” com que as pessoas pensem de determinado modo. “Controlando meu comportamento, tenho o poder de ganhar aprovação e evitar desaprovação. Posso fazer com que gostem de mim; o que é mais importante, posso fazer com que não me desaprovem”.

Essa ilusão de poder vive na mulher desde a infância. Essa é a origem das “feministas desde criancinha”. Ela aprendeu a acreditar nessa idéia irracional agradando à mãe, geralmente uma feminista fanática, e assim evitando a rejeição. Nos seus primeiros anos, esse poder irreal do ego a ajudou a manter a auto-estima e a afastar o medo. Na idade adulta, ele ameaça anular toda a possibilidade dessa mulher de ser feliz. Assim, embora essencial para a sua sobrevivência no passado, poderá destruí-la no presente.

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Apoio a jornalista Rachel Scheerazade

02/11/2013 14:05

Apoio a jornalista Rachel Scheerazade

 

Pessoal, isso é muito sério e importante. As feministas lançaram uma petição para o SBT demitir a excelente jornalista Rachel Scheerazade, só porque ela criticou a Marcha das Vadias. Eu estou certo de que o Silvio Santos não vai se render a essa pressão abjeta e asquerosa do movimento feminista; mas nós temos que mostrar que o apoio à Rachel é grande também. Por isso eu peço a todos vocês que cliquem no link abaixo e assinem a petição a favor da Rachel:

http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2013N45140

Peço a vocês também que divulguem essa petição para todos os seus contatos de e-mail, orkut e facebook, divulguem em fóruns e listas de discussão, divulguem nos seus sites e blogues, em comunidades do Orkut e onde mais vocês puderem. Precisamos ajudar a Rachel. Não vamos deixar uma mulher inocente e decente como ela ser linchada e queimada na fogueira da Inquisição Feminista. A petição para demitir a Rachel, as feministas hospedaram no site da Avaaz que é um site podre e esquerdista que só publica petições comunistas, pedófilas, feministas e gayzistas. Qualquer petição que defenda a Igreja, a moral e os bons costumes o Avaaz apaga no dia seguinte. Nós precisamos virar esse jogo e mostrar para essas feminazis e para a gaystapo que não vamos deixar uma mulher decente abandonada à própria sorte.
Quem diria, hein? Nós masculinistas estamos nos mobilizando para salvar o emprego de uma MULHER que está sendo perseguida e publicamente linchada pelo movimento Feminista, que, supostamente, deveria defender os direitos das MULHERES.  Ai está a prova de quem realmente está do lado das mulheres. Somente os homens estão do lado das mulheres, porque nós amamos as mulheres. As feministas só querem usar as mulheres como instrumento de poder e massa de manobra para angariar mais poder para o movimento de fanatismo delas.


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FeminISMO e o sufixo "ISMO".

27/10/2013 15:00
27/10/2013 às 15h48

FeminISMO e o sufixo "ISMO".

 

Vamos analisar linguisticamente o sufixo "ismo":

Sufixo

-is.mo sufixo

  1. sufixo de origem grega que exprime a ideia de


Um dos argumentos que eu usei para provar que o FeminISMO é errado, foi o de compará-lo às outras ideologias que também terminam com o sufixo ISMO, tais como NazISMO, SocialISMO, ComunISMO, IntegralISMO, MachISMO, FeminISMO. Ora é evidente e claro para qualquer um que todos os movimentos descritos anteriormente são falsos e causaram inúmeros estragos ao mundo, ou seja, são movimentos de fanáticos e que objetivavam conquistar o PODER para os líderes de tais movimentos.
Mas alguém poderia objetar esse argumento dizendo que as grandes religiões também terminam com o sufixo ISMO, então, segundo o meu argumento, elas também são falsas? CristianISMO, IslamISMO, JudaISMO, HinduISMO etc.
Eu pessoalmente acho dificil crer em uma fé de uma religião em particular, pois para que uma delas esteja certa, todas as outras deveriam estar enganadas. Mas o meu argumento da falsidade dos movimentos "ISMO" é irrefutável e se analisarmos racionalmente as religiões, veremos que elas padecem dos mesmos vícios dos movimentos de massa ideológicos, ou seja, são demonstravelmente falsas. Por esse motivo, se me fosse permitido escolher qual ideologia ou religião seria dominante no mundo, eu escolheria: NENHUMA. Um mundo sem "ISMOS" seria um mundo muito melhor, pois não seria baseado em mentiras, preconceitos e privilégios. Eu sou contra o MachISMO também; mas não por causa do "Macho"; mas por causa do "ISMO". Assim como o FeminISMO está errado por causa do "ISMO"; e não por causa do "FEMIN". Mas quantas vezes na nossa vida nós podemos fazer do mundo o que queremos? A não ser que sejamos os lideres ditatoriais de alguma nação; a grande maioria das pessoas precisa se adaptar ao mundo para sobreviver, precisa negociar, precisa escolher o menor dos males. Posso provar facilmente esse ponto citando um exemplo histórico: A aliança entre a URSS e os EUA na Segunda Guerra Mundial para combater o Nazismo alemão. Todos sabemos que a URSS sempre foi inimiga dos EUA e do capitalismo; mas, quando surgiu um inimigo comum, que ameaçava ambos, os americanos se aliaram aos soviéticos e aos ingleses para lutar na guerra contra a Alemanha Nazista. Aquilo foi acertado, pois graças a isso, o Nazismo foi derrotado. Se os EUA capitalistas tivessem continuado com seus preconceitos contra a URSS comunista, o Nazismo poderia ter vencido a guerra. Portanto, eu considero perfeitamente lógico nós nos aliarmos com todos os inimigos do Feminismo, para combatê-lo em conjunto. E quem são os inimigos do feminismo? Só para citar alguns: o Catolicismo, o Protestantismo, o Islamismo, o Hinduismo, o Confucionismo. Vejam só o excelente trabalho de sabotagem que o Pastor Protestante Marco Feliciano está fazendo naquela Comissão da Pedofilia. Ele conseguiu sabotar vários projetos feministas e homossexuais; apesar dos protestos que se abateram sobre ele e que continuam até hoje. O Catolicismo também faz um ótimo trabalho de resistência pregando contra o aborto e contra a agenda Homossexual. Some-se a isso o fato de que nós não precisamos efetivamente convencer toda a população para ficar contra o feminismo. Basta convencer alguns homens e pronto, o castelo de cartas do feminismo irá ruir, porque o feminismo é um gigante com pés de barro. A força do feminismo é ilusória. A única razão pela qual o feminismo conseguiu avançar tanto com sua agenda, foi porque elas usaram de toda astúcia, hipocrisia e mentira para desbaratar qualquer resistência contra o feminismo, ou qualquer questionamento ao feminismo, porque elas sabem que a partir do momento que os homens disserem NÃO aos apelos feministas, elas vão ter que se esconder com o rabo entre as pernas. Além disso eu reconheço a utilidade da religião na sociedade e acho que o Cristianismo foi e é muito útil e necessário ao ocidente, assim como eu acho que o Islamismo é útil e necessário ao países muçulmanos e o Hinduismo, para os Indianos. Eu não sou contra nenhuma religião; ao contrário, eu sou a favor de todas elas. Essa minha posição com relação à religião não se baseia na fé, nem em doutrinas de alguma religião específica, mas é um argumento de utilidade porque eu considero que a religião é útil, necessária e insubstituível.
Além disso, o efeito que a religião tem na sociedade é exatamente o oposto de um movimento ideológico como o feminismo. A religião protege e fortalece as familias; mas o feminismo e os movimentos ideológicos destroem as familias. A religião constrói e edifica a sociedade, promove a moral e os bons costumes; Jà a ideologia (feminismo, nazismo, etc) é destrutiva, desrespeita a moral e promove maus costumes e depravação. A religião une as pessoas, torna-as mais fortes graças à essa união das familias; já os movimentos ideológicos, como o feminismo, separa as pessoas, joga umas contra as outras e as enfraquece, tornando-as presas fáceis desses movimentos de fanatismo. A religião constrói; o movimento ideológico destrói. A finalidade da religião é reconectar o ser humano com o criador (re-ligare, daí religião), é dar aos homens um modelo de suprema bondade, beleza, justiça e altruismo em que se inspirar. Já a finalidade do movimento ideológico é separar os homens e mulheres uns dos outros, para enfraquecê-los, torná-los desesperados, irracionais, para que não pensem com a própria cabeça e se submetam aos mandos e desmandos das lideres feministas, cometendo todo tipo de atrocidade e barbaridade para conquistar mais poder e dinheiro para as lideres do movimento. Não foi à toa que o nazismo perpetrou tantas atrocidades na época em que teve poder, já que o objetivo de todo movimento ideológico de fanatismo é conquistar o poder pelo poder em si, tudo se justificando para conseguir e manter esse poder, inclusive o assassinato e tortura de pessoas inocentes. É para conseguir poder para as mulheres que o feminismo quer legalizar o aborto e o infanticidio.
Ou seja, quando o sufixo "ISMO" se refere à uma ideologia ou a um Sistema Politico, eu não posso ter a mesma indulgência que tenho com as religiões, porque eu passei a minha vida toda estudando a história da civilização e durante mais de cinco mil anos de história registrada, surgiram centenas, senão milhares de ideologias e movimentos de fanatismo que terminam com o sufixo "ISMO" e TODOS ELES ERAM FALSOS E MENTIROSOS E SÓ QUERIAM OBTER O PODER PARA UM GRUPO RESTRITO DE PESSOAS. É por esse motivo que eu não posso levar a sério o FeminISMO. O FeminISMO não está na mesma categoria do CristianISMO, do ProtestantISMO, do CatolicISMO, do IslamISMO ou de qualquer outra religião, cujo objetivo é Reli-gare (Religar o ser humano com o criador do Universo). O FeminISMO não é uma religião, é uma ideologia, um movimento de fanatismo, um movimento de massas e o objetivo do FeminISMO não é Reli-gare (Religar) o ser humano a quem quer que seja; mas sim dividir para conquistar, separar, destruir as familias, tornar as mulheres em bestas ignorantes incapazes de amarem e de serem amadas, para que fiquem sozinhas para o resto da vida. O FeminISMO está na mesma categoria do NazISMO, do FascISMO, do ComunISMO, do IntegralISMO, do MachISMO e do FeminISMO. Esse movimento das lésbicas está na categoria dos movimentos fanáticos que deveriam estar no esgoto da história, banidos da humanidade, pois são movimentos ideológicos e não movimentos religiosos. Vejam só a concepção marxista de ideologia: (concepção crítica (marxismo)) crença falsa ou falsa consciência das relações de domínio entre as classes resultante da distorção ou inversão proposital da realidade

 

Femismo é igual a Feminismo

27/10/2013 14:58
27/10/2013 às 15h44

Femismo é igual a Feminismo

 

Como todo arquiteto de castelos de cartas, que morrem de medo da menor brisa, as feministas também se apavoram quando alguém resiste à ideologia mentirosa do feminismo. No fundo, elas sabem que o gigante delas tem pés de barro. Então elas tentam várias trapaças para silenciar as vozes discordantes do feminismo. A trapaça ou truque feminista mais usado é tentar desmoralizar a pessoa que critica o feminismo. Dessa forma, elas fazem textos e mais textos para tentar provar que o detrator do feminismo é uma pessoa má, ignorante e sem credibilidade nenhuma e, por ter tantos defeitos, qualquer opinião dele, não vale nada. Esse foi o método que as feministas da UFMS usaram contra mim, para me expulsar da Pós-Graduação em Gênero e Raça. Basicamente, essa é a estratégia argumentativa das feministas em mais de 90% dos casos: Elas tentam denegrir a reputação do oponente, tentam desmoralizá-lo e irritá-lo; mas elas nunca tentam refutar os argumentos contra o feminismo, já que não é possivel refutar a verdade. Mas as feministas ainda usam outros truques sujos para tentar sabotar quem critica o movimento delas. Um dos truques mais sujos que elas usam é o chamado de "rotulagem", onde elas repetem à exaustão palavras de conotação pejorativa para se referir às pessoas que discordam delas. Assim, elas chamam os homens que criticam o feminismo de "Reaças" - de Reacionários. Ou de "Mascus" - de Maculinistas, mas com conotação pejorativa. Chamam de Machistas, intolerantes, fascistas etc, etc, qualquer palavra ofensiva que surja na mente depravada das feministas serve e elas tentam "grudar" essas palavras nos seus adversários. Contudo, o rol de truques sujos e desonestos do feminismo está longe de terminar. Outra estratégia desonesta que elas usam para tentar lançar a confusão na opinião pública é manipular as palavras e seus significados, inventando palavras novas ou dando a palavras já existentes um novo significado. Dessa forma, quando as feministas viram que alguns homens começaram a se opor ao feminismo e muitas das inocentes úteis de baixo escalão do movimento feminista começaram a fazer perguntas para suas líderes, elas logo descartaram esses questionamentos legitimos, dizendo que na verdade, quem os homens estavam criticando seriam as "Femistas" e não as "Feministas", pois o Femismo é que busca a superioridade da mulher; mas o Feminismo é bom e só busca a igualdade dos sexos. Muitas mulheres dos baixos escalões do movimento feminista ficaram satisfeitas com essa resposta e puderam dormir com a consciência tranquila, afinal, elas não faziam parte do diabólico movimento "Femista"; mas sim do movimento "Feminista". No entanto, não existe nenhum movimento "Femista". Essa palavra nem sequer existe, nem está registrada em dicionário nenhum do mundo. Não existe essa estória de "Femista" e de "Feminista". O problema é com o FEMINISMO mesmo, é o Feminismo que está errado e deve ser combatido e varrido da face da Terra.
Esses truques sujos de manipular o significado das palavras também é usado para promover a agenda feminista, através da reengenharia social e propaganda ideológica, elas tentam dar às palavras novos significados. Um exemplo da audácia das feministas nesses truques sujos são as chamadas "Marchas das Vadias", onde as feministas inverteram em poucas semanas o significado de uma palavra: "Vadias", que antes era usada para ofender; mas que agora, elas transformaram tal palavra em um "elogio".
Contudo, assim como toda bruxa, ou mágico de truques baratos, esses feitiços só funcionam até o momento em que o público descobre como eles são feitos. Quando o publico sabe como é que o mágico tira o coelho de dentro da cartola, quando o publico conhece o segredo do truque, a ilusão se desfaz e o mágico de truques baratos não terá mais sucesso em suas bruxarias. O mesmo se aplica aqui ao feminismo. Uma vez que as pessoas conheçam os truques sujos que o feminismo usa; o povo fica vacinado contra esse vírus ideológico e não cai mais na armação. Veremos qual será o próximo truque sujo que as feministas vão retirar de dentro da manga dessa vez, porque até o truque feminino de tirar a roupa e ficarem peladas elas já usaram na Marcha das Vadias. Qual será o próximo passo? Elas vão enfiar um abacaxi dentro da bunda e sair peladas no meio da rua? Seria a "Marcha dos abacaxis". Sinceramente pessoal, eu não duvido de nada daquelas malucas. Realmente eu acho que se elas lerem esse post aqui, elas vão ficar bravas que nem ficaram com aquele chefe de policia do Canadá que as chamou de "vadias" e eu acho que elas vão sentar em um abacaxi e vão começar a andar no meio da rua com o abacaxi enfiando dentro do traseiro.

 

Meu pai é um machista explorador de mulheres.

27/10/2013 14:56
27/10/2013 às 15h33

Meu pai é um machista explorador de mulheres.

 

 


Meu pai é um machista explorador de mulheres.

Meu pai trabalha desde criança na roça.
Meu pai só teve uma irmã.
Ele trabalhava todo dia na roça, ajudando meu avô. Nunca reclamou do fato da irmã dele (minha tia) ficar sempre em casa. Ele e meu avô sabiam que ela não teria condições de trabalhar o dia todo embaixo de sol e chuva.

Meu pai é um machista homem das cavernas.

Meu pai se casou em 1990 com a minha mãe.
Ele continuou a trabalhar na roça.
Ele queria (e ainda quer) que ela fique em casa, não quer ela trabalhando na agricultura, isso é muito pesado pra ela.
Ele prefere que ela fique em casa, cuidando da casa, preparando o almoço pra quando ele voltar da lida diária. Quer que ela prepare a janta, lave suas roupas, limpe a casa...
Já apareceu emprego pra ela, e meu pai até insistiu pra ela ir, mas ela prefere ficar em casa, sabe que estará muito mais segura ali, sendo submissa ao meu pai.

Meu pai é um machista que só quer o pior para a sua esposa.

Uma vez alguém tentou assaltar nossa casa a noite enquanto dormiam, meu pai disse para a minha mãe "Fique aí". Pegou sua espingarda, saiu no meio da noite (moramos no interior, não tem iluminação pública, vizinhos moram longe um do outro), rendeu o bandido, e manteve a espingarda apontada pra ele, até a policia chegar. A minha mãe apenas ficou em casa, aflita, mas em segurança. Meu pai foi pra luta, apenas para tentar nos proteger.

Meu pai é um machista que só pensa nele

Meu pai e minha mãe tiveram três filhos (eu sou um deles) e uma filha.
Eu e meus dois irmãos sempre ajudamos ele na roça, pois sempre soubemos que ele trabalha duro para colocar pão na mesa da família.
Minha irmã ajuda minha mãe em casa, pois sabe que trabalhar na roça, abaixo de sol, carregando sacos de arroz de 30 kg, e sacos de adubo e uréia de 50 kg nas costas não é trabalho para ela.

Meu pai é um machista que proíbe a todos de sua família de fazer algo.

Eu, o mais velho, me formei na universidade, e estou me encaminhando ao mestrado.
O segundo mais velho, está na universidade também.
Os dois mais novos, que são gêmeos estão terminado o ensino médio. Meu pai todo dia obriga eles a estudarem (como já me obrigou quando eu era mais novo).
Meu pai não quer eles se fudendo na roça como ele tanto se fudeu.
Temos um futuro, graças a um pai, que sempre trabalhou por nós, acreditou em nós, e nunca desistiu de sua lida diária na roça.

É isso aí, meu pai é um machista.
Pai, obrigado por ser assim.

Fonte:  https://www.facebook.com/photo.php?fbid=461838750602102&set=a.452777984841512.1073741826.452775601508417&type=1&relevant_count=1

 

O Diário Secreto de Albert Speer na prisão

27/10/2013 14:55
27/10/2013 às 15h24

O Diário Secreto de Albert Speer na prisão

 

 

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Há vários anos atrás eu achei um livro que a minha mãe havia comprado nos anos 70: Spandau: O Diário Secreto de Albert Speer na prisão. Era um livro grosso, creio que tinha mais de 1000 páginas, mas mesmo assim eu o li inteiro. Albert Speer foi o arquiteto pessoal de Adolf Hitler e, durante a Segunda Guerra Mundial, foi o Ministro dos Armamentos do Reich. Ele era um homem decente, honesto e muito competente e conseguiu aumentar em várias vezes a produção de armamentos para o seu país, durante o esforço de guerra. Ao contrário de outros lideres nazistas, Speer não era um ideólogo e nem um fanático. Ele simplesmente era um homem competente, que os nazistas contrataram para fazer um serviço. Depois do fim da Segunda Guerra Mundial, Albert Speer e vários outros líderes nazistas foram julgados pelos Aliados no Tribunal de Nuremberg, pelos crimes de guerra. Vários dos colegas de Speer foram condenados à pena de morte por enforcamento, como o Marechal Goering, que preferiu se suicidar com uma cápsula de cianureto horas antes de sua execução. Mas Speer pegou 20 anos de prisão, porque até os juizes viram que ele não era um nazista, ele só foi um burocrata competente, que os nazistas contrataram para fazer um serviço. Então, Speer foi levado para a prisão de Spandau, onde passaria a cumprir a sua pena de 20 anos. Para passar o tempo e manter a sua sanidade mental, ele começou a escrever um diário secreto – já que os presos eram proibidos de escrever – onde ele contava as suas memórias, alguns episódios que ele teve com Hitler e outros membros do partido, a situação da comida na prisão, falava dos planos que ele e Hitler fizeram para construir Germânia, que seria a capital do mundo. Ele escrevia o diário dele em qualquer pedaço de papel que encontrava. Um maço de cigarros virado do avesso, papel higiênico, folhas de embrulho de presentes que ele recebia. Tudo ele usava como papel para escrever. Nas breves visitas de sua familia, ele pedia que trouxesses lápis e canetas para ele. Fez amizade com alguns dos guardas que o ajudavam a contrabandear os papéis para fora do presídio, que então eram guardados por sua esposa em caixas na casa dele. Depois de vinte anos de prisão e dezenas de milhares de páginas de diário, Albert Speer foi finalmente solto. Ele passou alguns anos sem mexer naqueles papéis, até que decidiu rever e organizar tudo. Editou algumas coisas, descartou outras que lhe pareceu supérfluo, datilografou tudo o que considerou importante e depois publicou o livro como sendo o “Diario Secreto de Albert Speer na prisão”, que foi um best Seller de vendas e vendeu milhões de exemplares na Alemanha e no mundo todo.

Eu li o livro todo e recomendo a todos. Apesar de ser um livro muito grosso (tem cerca de mil páginas) é um livro muito gostoso de ler, muito interessante. Nós somos envolvidos com as situações que ele vivia na prisão. A brutalidade e crueldade de alguns guardas, especialmente dos soviéticos. A generosidade dos guardas americanos, as conversas que ele tinha com seus outros colegas prisioneiros, suas memórias de antes da guerra, de episódios que ocorreram durante a guerra, suas conversas com Hitler. O problema do frio na prisão e das sopas ralas da administração soviética. Os guardas soviéticos que sempre estavam estudando algum curso por correspondência e os guardas americanos que passavam o tempo fazendo palavras cruzadas e lendo revistinha de piadas. Ele observava e comparava as atitudes dos guardas dos quatro países vencedores, que administravam a prisão na forma de revezamento, sendo um país tomando conta da prisão a cada mês. Por exemplo: em janeiro eram os guardas americanos que vigiavam os presos e eram os americanos os responsáveis pela manutençao do presidio, por fazer a comida, por fornecer o aquecimento. Em fevereiro saiam os americanos e entravam os franceses para vigiar e manter a prisão. Depois, em março, eram os soviéticos que tinham que cuidar dos presos. Então ele registrava tudo isso e as diferenças que haviam quando mudava o país que administrava a prisão. De acordo com Speer a melhor época era quando os americanos tomavam conta da prisão, porque os americanos eram mais generosos e bondosos com os prisioneiros. A comida era infinitamente melhor do que no período soviético, os cuidados médicos eram melhores e os guardas eram mais respeitosos.

Mas o que eu achei mais interessante no livro foram os vários truques que ele fazia para conseguir lápis, caneta e papel para escrever o diário. E também como ele fazia amizade com os guardas e depois pedia para que eles contrabandeassem os papéis do diário dele para entregar a familia dele que estava fora do presidio. Então vejam só, nem naquela época, nem nos anos 40, 50 e 60 uma prisão não conseguiu calar a boca de um homem indomável. Eu me pergunto o que faz uma feminista como a Lola achar que hoje em dia, uma prisão poderia fazer calar a boca de um blogueiro masculinista? Hoje em dia até com telefones celulares é possivel se conectar com a internet e publicar artigos em blogs. Além disso, nos presidios, em alguns lugares e horários é possivel acessar a internet. E mesmo que não fosse, o que impediria um preso de escrever os artigos em pedaços de papel higiênico e depois entregá-lo para amigos e familiares fora da prisão publicar os artigos nos blogues e sites? Exatamente como Albert Speer fez? Nem se a Lola nos matasse, nem assim ela conseguiria nos fazer calar, porque matar foi justamente a solução que os sacerdotes judeus deram para o problema das pregações de Jesus Cristo e vejam só o resultado. Quer dizer, adiantou alguma coisa crucificar Jesus Cristo? Isso calou a voz da Justiça e da verdade? Mas aquela turma comunista do mal, da qual a Lola é o estereótipo perfeito, sempre acredita que vai conseguir calar a boca dos que discordam dela usando da força, da violência, da truculência, das prisões, dos processos e da crucificação. Nunca ocorre para feministas como a Lola a hipótese de que a melhor solução é a solução da Constituição americana: a liberdade de expressão. Ou como Voltaire disse: Posso não concordar com nenhuma das palavras que você diz; mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las.

Por que a feminista Lola vive mendigando para a Polica Federal prender blogueiros anti-feministas? É porque a Lola não acredita em liberdade de expressão. Na cabecinha da Lola, só ela tem o direito de se expressar e os homens só tem o direito dos presos: o de ficarem calados, porque tudo o que disserem pode e será usado contra você no tribunal feminista de inquisição. E olha, mesmo que ela consiga perverter a justiça e mandar todos os masculinistas para a cadeia, os nossos blogs, sites e livros continuarão a circular na internet e continuarão a infectar cada vez mais pessoas contra o feminismo.

E eu digo mais: mesmo que todos os masculinistas sejam presos, ainda assim os sites continuarão a ser atualizados regularmente. Porque conforme nos provou o diário de Albert Speer na prisão, nenhuma grade ou cela é capaz de aprisionar um espírito humano livre. Nós, antifeministas, viemos para ficar e as feministas como a Lola vão ter que aprender a conviver conosco. Como diria o Zagallo: Elas vão ter que me engolir!!!!

 

Declaração dos direitos do homem e do cidadão (1789)

21/10/2013 06:39

Declaração dos direitos do homem e do cidadão (1789)

 

Declaração dos direitos do homem e do cidadão (1789)

Baseada em princípios liberais, democráticos e nacionalistas, a revolução francesa foi a primeira das revoluções modernas. Teve início em 1789 e se prolongou até 1815. Um novo modelo de sociedade e de estado criado pelos revolucionários franceses foi anunciado em 26 de agosto de 1789 com a aprovação da Declaração Universal dos Direitos do Homem - que proclamava a liberdade, a igualdade, a inviolabilidade da propriedade e o direito de resistir à opressão.


Reprodução da Declaração Universal dos Direitos Humanos, escrita em 1789.

Os representantes do povo francês, constituídos em Assembléia nacional, considerando que a ignorância, o esquecimento ou o desprezo dos direitos do homem são as causas únicas das infelicidades públicas e da corrupção dos governos, resolvem expor, numa declaração solene, os direitos naturais, inalienáveis e sagrados do homem, a fim de que esta declaração, constantemente presente a todos os membros do corpo social, lhes lembre sem cessar seus direitos e seus deveres, a fim de que os atos do poder legislativo e os do poder executivo, podendo ser a cada instante comparados com a meta de toda instituição política, sejam mais respeitados, a fim de que as reclamações dos cidadãos, fundadas de agora em diante sobre princípios simples- e incontestáveis, se destinem sempre à manutenção da constituição e à felicidade de todos. Por conseguinte, a Assembléia Nacional reconhece e declara, em presença e sob os auspícios do Ser Supremo, os seguintes direitos do homem e do cidadão:

Artigo 1. Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos. As distinções sociais não podem ser fundamentadas senão sobre a utilidade comum.
O Feminismo fere o direito fundamental à igualdade, ao criar leis Maria da Penha e privilégios que só podem ser usufruidos por mulheres
Artigo 2. A finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são: a liberdade, a prosperidade, a segurança e a resistência à opressão.
O Feminismo busca sistematicamente violar todos esses direitos dos homens. A liberdade dos homens é restringida e os homens que criticam o feminismo são perseguidos. A prosperidade dos homens é roubada pelas feministas e pelas mulheres nas pensões de divórcio. Não há mais segurança para os homens que se vêem a mercê de mulheres inescrupulosas que fazem falsas denúncias de estupro e com isso arruinam a vida de um homem inocente. A resistência à opressão é um direito humano fundamental e natural; mas as feministas negam aos homens o direito sagrado de resistir contra o feminismo.
Artigo 3. O princípio de toda soberania reside essencialmente na nação; nenhum corpo, nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela não emane expressamente.

Artigo 4. A liberdade consiste em poder fazer tudo aquilo que não prejudique a outrem; assim sendo, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem outros limites senão os que assegurem aos demais membros da sociedade o gozo desses direitos Tais limites não podem ser determinados senão pela lei.
Para as feministas o conceito de liberdade é justamente o contrário disso. Para elas, liberdade é qualquer coisa que elas façam que prejudique algum homem.
Artigo 5. A lei só tem direito de proibir as ações prejudiciais à sociedade. Tudo quanto não for proibido pela lei pode ser impedido e ninguém pode ser constrangido a fazer o que ela não ordena.
E mesmo assim as feministas não poupam esforços em proibir e perseguir qualquer um que critique o seu movimento de ódio misândrico.
Artigo 6. A lei é a expressão da vontade geral. Todos os cidadãos têm o direito de concorrer, pessoalmente ou pelos seus representantes, na sua formação. Ela tem de ser a mesma para todos, quer seja protegendo, quer seja punindo. Todos os cidadãos, sendo iguais aos seus olhos, são igualmente admissíveis a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo a capacidade deles, e sem outra distinção do que a de suas virtudes e talentos.
Exceto para o pastor Marco Feliciano. Este não tem direito nem de dar um pio, sob pena de ser linchado pela gaystapo e pelas feminazis.
Artigo 7. Nenhum homem pode ser acusado, preso nem detido senão nos casos determinados pela lei, e segundo as formas que ela prescreveu. Aqueles que solicitam, expedem, executam ou mandam executar ordens arbitrárias devem ser punidos; mas todo cidadão chamado ou detido em virtude da lei deve obedecer incontinenti; ele se torna culpado pela resistência.
A Lola viola esse artigo numa base diária, ao relacionar os masculinistas com seriais killers como o do massacre do Realengo.
Artigo 8. A lei só deve estabelecer penas estrita e evidentemente necessárias, e ninguém pode ser punido senão cm virtude de uma lei estabelecida e promulgada anteriormente ao delito e legalmente aplicada.
Diga isso para a famigerada Comissão da Verdade, que persegue e pune militares aposentados por fatos ocorridos há décadas atrás e que na época não eram considerados crimes.
Artigo 9. Todo homem sendo presumido inocente até que tenha sido declarado culpado, se se julgar indispensável detê-lo, todo rigor que não for necessário para garantir a sua detenção deve ser severamente reprimido pela lei.
Esse aqui eu nem preciso comentar muito né? A feminista Lola e suas asseclas dizem todos os dias que TODOS OS HOMENS SÃO ESTUPRADORES e coisas até piores do que isso.
Artigo 10. Ninguém deve ser molestado pelas suas opiniões, mesmo religiosas, desde que sua manifestação não perturbe a ordem pública, estabelecida pela lei.
Exceto quando for para perturbar e perseguir o Pastor Marco Feliciano, como nós estamos cansados de ver, lésbicas ficando nuas nos cultos evangélicos e fazendo orgias dentro das Igrejas. Gays que agridem até fisicamente o Pastor Feliciano, como naquele episódio no avião.
Artigo 11. A livre comunicação dos pensamentos e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem; todo cidadão pode, portanto, falar, escrever, imprimir livremente, respondendo pelo abuso dessa liberdade nos casos determinados pela lei.
Ha, ha, ha, esse daqui foi um dos primeiros direitos que as feministas tiraram dos homens.
Artigo 12. A garantia dos direitos do homem e do cidadão necessita de uma força pública; por conseguinte, esta força fica instituída para o benefício de todos, e não para a utilidade particular daqueles a quem ela for confiada.

Artigo 13. Para a manutenção da força pública e para as despesas de administração é indispensável uma contribuição comum; ela deve ser igualmente repartida entre todos os cidadãos, à razão de suas faculdades.

Artigo 14. Todos os cidadãos têm o direito de verificar, por eles mesmos ou pelos seus representantes, a necessidade da contribuição pública, de consenti-la livremente, de acompanhar-lhe o emprego, de lhe determinar a quota, a cobrança e a duração.

Artigo 15. A sociedade tem o direito de pedir a todo agente público contas de sua administração.

Artigo 16. Toda sociedade na qual a garantia dos direitos não for assegurada, nem a repartição dos poderes determinada, não tem constituição.

Artigo 17. Sendo a propriedade um direito inviolável e sagrado, dela ninguém pode ser privado, salvo quando a necessidade pública, legalmente verificada, o exigir evidentemente e com a condição de uma justa e prévia indenização.

Pesquisas Barsa

Ai está senhores, em pleno século XXI, nós homens perdemos os mais básicos direitos humanos em prol dos privilégios da gaystapo e das feministas feminazis. Nós precisamos implementar uma contra-revolução e instaurar novamente esses direitos humanos básicos, de que estamos sendo privados. Até se reclamarmos, as feministas nos perseguem e tentam nos destruir. Os homens simplesmente não sabem de seus direitos. Nós homens estamos sendo sistematicamente massacrados e estuprados em nossos direitos mais básicos pelas feministas, que se negam em reconhecer a nossa humanidade e, portanto, nos negam os direitos humanos, que elas consideram privilégio exclusivo delas. Nós homens somos sub humanos para feministas como a Lola, e como tantas outras. Elas se negam em ver em nós seres humanos merecedores de direitos. Nós somos os bandidos sujos "Mascus" que só têm o mesmo direito dos criminosos: o de ficarmos calados, porque tudo o que dissermos ou fizermos será usado contra nós no tribunal feminista de inquisição.

 

Por que as feministas defendem tanto os gays

21/10/2013 06:38

Todos nós já vimos a defesa canina que as feministas fazem dos gays. Mas por que elas defendem tanto o homossexualismo? Por que elas defendem tanto os gays? Para nós compreendermos as feministas é preciso que nós entendamos o verdadeiro objetivo delas: Adquirir mais poder. Toda feminista só almeja uma coisa: aumentar o seu poder da mulher sobre os homens. Em essência, é só por isso que as feministas defendem o feminismo: para conseguir mais poder sobre os homens. Elas querem mandar nos homens. Essa necessidade de manipulação do sexo masculino está fortemente arraigada no código genético das mulheres. No passado, as mulheres tinham que seduzir os homens, para se casarem com os mais poderosos e assim conseguir mais poder. Hoje em dia, com as mulheres no Mercado de Trabalho, a necessidade que elas tinham de seduzir os homens, diminuiu, porque elas já conseguem uma grande parte de poder apenas trabalhando e recebendo salários. Mas a sedução ainda não foi extinta e jamais será, tanto é verdade que as cirurgias plásticas para colocar silicone na bunda  e nos seios batem contínuos recordes ano após ano.
Outra grande fonte de poder para as mulheres é o movimento feminista. É um método de conseguir esmolas do governo e de destruir a vida de algum homem desafeto. O feminismo dá grande poder para as mulheres. E quanto mais poder elas obtém, mas poder elas querem. É por essa razão que elas estão ficando tão endemoninhadas, tão histéricas e intratáveis hoje em dia: elas estão cheias de poder e se sentindo poderosas e acham que não precisam mais se esforçar para agradar os homens.
No entanto, pegue a feminista mais rançosa e radical, como a Feminista Lola por exemplo e pergunte a ela qual opinião que ela tem sobre os gays e homossexuais. Ela não medirá esforços em bajular os gays e o movimento gay. Ela até chama os travestis de "mulheres cis" achando que os travestis se sentiriam melhor se fossem chamados de "mulheres cis". Mas a verdade é que os travestis, a maioria deles não se vê como uma mulher; mas sim como um terceiro sexo. A maioria dos travestis se acham melhores do que as mulheres, e em muitas aspectos eles realmente são. Mas não é sobre isso que eu quero falar. Eu quero falar sobre a bajulação abjeta que o feminismo faz com os gays. Sabem por que elas lambem as solas do sapato dos gays? Porque no fundo, as feministas sabem que elas não tem poder algum sobre os gays. Não adianta o feminismo fazer marcha das vadias contra os gays, porque os gays não precisam das mulheres, então, as feministas tentam ser "amigas" dos gays, e tratam os gays como todos os mimos, fingindo que são santinhas, compreensivas, para conquistar a simpatia dos gays. Elas são espertas e sabem que num mundo onde todos os homens fossem gays, o feminismo não teria a menor importância, já que as mulheres não teriam moeda de troca nenhuma para oferecer aos homens, em troca dos privilégios que recebem. Queremos mais direitos!! Diriam as feministas. Mas os gays responderiam: hahaha minha cara, então lute pelos seus direitos, porque eu não gosto dessa sua fruta, então de mim, não espere nenhuma esmola de poder, viu? As feministas sabem que se elas tratarem mal os gays, se elas tratarem os gays com o desrespeito que elas tratam os homens heteros, os gays dariam um monumental chute na bunda delas e mandariam elas catarem coquinho. Então, justamente porque elas não tem poder algum de manipular os gays, elas começam a tratar bem os homossexuais, a ouvir os problemas deles, a apoiar qualquer absurdo que os gays defendam. Já com os heteros, elas sabem que podem nos tratar mal, porque mesmo assim, os homens se rastejam aos pés delas, já que são obcecados com sexo. E depois elas ainda tem a petulância de dizer que o Nessahan Alita estava errado. Os gays são os que mais desprezam as mulheres, são os que mais tratam mal as mulheres, até porque os gays vêem nas mulheres, uma concorrente para disputar o sexo masculino. Então, as mulheres feministas tratam os gays com as maiores bajulações justamente porque os gays as desprezam. E elas tratam mal os heteros, justamente porque os heteros as amam. Ou seja, o grande Nessahan Alita estava certíssimo em tudo o que ele escreveu sobre as mulheres.

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Psicologia das líderes feministas

21/10/2013 06:37
 

Após várias leituras em numerosos livros de psicologia e psiquiatria, poderíamos ressaltar alguns aspectos da psicologia das líderes feministas e suas seguidoras.
Embora as feministas e os vários movimentos feministas sejam diferentes em si, assemelham-se em seu desejo de fazer o mal e em seu objetivo de conquistar o poder absoluto a qualquer preço; por isso o que é dito a respeito das líderes feministas, pode-se dizer de todas as outras militantes feministas.
As feministas, são seres humanos, e como humanas que são, têm as mesmas fraquezas e as debilidades morais dos homens; de onde, nós podemos deduzir que se há pontos negativos no Patriarcado, forçosamente deverá haver pontos negativos no Matriarcado Feminista.
As feministas se revoltaram contra tudo o que o Patriarcado construiu nos últimos milhares de anos. Se o Patriarcado defende o bem; as feministas concluem que devem defender o mal. Por isso, a vontade das feministas se tornou uma vontade pervertida, fixada no mal. Tanto isso é verdade como é facilmente demonstravel a fixação que as mulheres feministas têm em imitar justamente os piores tipos de homens: os cafajestes, os maus, os depravados. Nunca você verá uma feminista propondo uma Marcha das mulheres santas, para imitarem os padres da Igreja ou os homens santos e bons do mundo. Não, o feminismo só organiza e apoia Marcha das Vadias, pois a fixação e o fetiche delas consiste em imitar os piores tipos de homens. Dessa forma, as feministas não desejam senão o mal em todos os seus atos voluntários, e mesmo quando fazem algum bem (como, por exemplo, doar alguma esmola, ensinar algo a alguém ou dar um emprego a outrem), fazem-no apenas para daí tirar o mal, conduzir a pessoa à perdição, que é a única coisa que almejam para os homens.
No entanto, como as feministas são mulheres, a sua natureza continua boa em si mesma, porque no fundo, as mulheres são boas; porém, elas se tornaram pervertidas em sua vontade, buscando não mais a cooperação com os homens, mas justamente o contrário, isto é, a competição contra os homens e a sabotagem de todos os projetos e anseios masculinos. Mas, não podendo superar os homens em competência, elas procuram agir sobre eles sabotando, mentindo, demolindo a autoestima masculina, caluniando e puxando o tapete dos homens no mercado de trabalho, na política e no amor.
As feministas são astutas, falsas e enganadoras. Essa psicologia diabólica das mulheres feministas as transforma em mentirosas por excelência, que odeiam a verdade, porque a verdade diminuiria o poder do movimento feminista.
Quando as feministas fazem proselitismo com alguma mulher novata, procurando afastá-la dos homens e os odiarem, elas mentem apresentando uma falsa imagem da realidade, escondendo seus verdadeiros fins e enredando a moça sua vítima no engano, no sofisma e na falsidade.
Elas são astutas, falsas e enganadoras.
As feministas líderes se distinguem por sua astúcia. O que quer dizer essa palavra? A astúcia é um artifício enganador. O ser que age por astúcia tem más intenções. Se ela fala, não é para dizer a verdade, mas para enganar, para conduzir ao erro, à inverdade. As feministas são falsas. Não se pode confiar nelas. O que falta antes de tudo nelas é a equidade, a lealdade, a franqueza. Elas são equívocas, voluntariamente obscuras e dissimuladas.
O orgulho demencial e a inveja morta das feministas contra os homens
Por detrás dessa dissimulação se esconde o seu desejo oculto: Ser como os homens! Este ato de orgulho é o fundo mesmo da psicologia das feministas. Elas, se consideram superiores aos homens. O orgulho levado até à adoração de si mesmas é o que faz as feministas voltarem-se contra os homens. É o orgulho que, tendo-as afastado dos homens, fizeram delas as Adversárias dos homens.
O orgulho das feministas e de suas seguidoras não conhece limites. O fundo último da ambição feminista é este: Tirar dos homens as suas qualidades masculinas, e fazer convergir a admiração da sociedade apenas sobre as mulheres feministas.
O orgulho, a vontade de se fazerem homens, a astúcia, a inveja, e o ódio do homem, tudo isto desembocado na mentira, no homicídio, nas falsas acusações de estupro: eis as feministas!!
Não lhe importam as derrotas que sofrem continuamente, nem mesmo a final e definitiva a que estão condenadas, já que todas as ideologias estão fadadas ao desmascaramento e extinção (Ex. NazISMO, FascISMO, ComunISMO, FeminISMO). Isso tudo não importa, porque o orgulho feminista se satisfaz com os pequenos triunfos que obtém, no esforço de destruir a autoestima dos homens.
Motivadas na satisfação de certas vitórias parciais (marcha das vadias) e na esperança de grandes triunfos e, ao mesmo tempo, não se preocupando com as vergonhosas derrotas sofridas, as feministas prosseguem loucamente na sua faina de tentar arrastar as mulheres para o lodaçal em que elas se acham atoladas, ao mesmo tempo em que tentam arrasar com a autoestima dos homens.
Outro aspecto maldito da psicologia das líderes feministas é a vulgaridade. Odiando os homens decentes, elas odeiam tudo aquilo que é verdadeiro, belo, bom. Elas odeiam a compostura, a dignidade, a seriedade, a serenidade.
É fora de dúvida que existe entre as hordas feministas, mulheres imundas, que o vulgo chama de Vadias, que são antes de tudo sedutoras e biscates. Elas se divertem em enganar, muito mais do que em atormentar, aqueles que elas encontram. Elas se contentam em fatigá-los por seus escárnios e suas ilusões sedutoras.
São as famosas feministas das Marchas das Vadias, que andam peladas no meio da rua, enfiam crucifixos no ânus e na vagina em público, ofendem a Deus e à Igreja e mostram suas tetas murchas para todos, cospem no rosto dos homens que passam, tudo para fazer os homens perderem a paciência, praguejarem, blasfemarem.
Podemos traçar um perfil comum à todas as líderes feministas: "Medrosas, obsequiosas, poderosas, malfazejas, versáteis e mesmo grotestcas"
Qual é a psicologia das feministas quando elas são confrontadas com um antifeminista convicto e bem preparado intelectualmente? É preciso definir e resumir a psicologia das feministas por estas palavras: ORGULHO, DESPREZO DE SUA VÍTIMA, TENACIDADE!
Esses traços da psicologia das feministas, nós os veremos presentes em quaisquer site ou livro feminista, e constituem importante elemento para dicernir qual estratégia nós deveremos usar para combater as falácias que elas usarão contra nós.

O que é a violência contra a mulher?

21/10/2013 06:34

O que é a violência contra a mulher?

É todo o ato de violência que resulta ou pode resultar em dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico da mulher, inclusive a ameaça de tais atos, a coação ou a privação voluntária da liberdade, tanto na vida pública, como na vida privada.

Existem três tipos de violência:

Violência física: vai desde os beliscões, empurrões, tapas, socos e pontapés que podem provocar abortos, lesões internas, desfigurações e, inclusive, homicídio.

Violência emocional: compreende agressões verbais, como insultos, gritos, críticas permanentes, desvalorização, ameaças, etc. A mulher sofre progressivamente uma debilitação psicológica, apresenta quadros depressivos e pode chegar ao suicídio.

Violência sexual: consiste na imposição de atos de ordem sexual contra a vontade da mulher, inclusive, a violação conjugal.



Quanto à violência física e sexual nós concordamos inteiramente que elas jamais devem acontecer e quem violentar fisicamente ou sexualmente alguma mulher, deve ser punido por isso. Mas, quanto à questão da violência emocional eu sou obrigado a discordar integralmente dessa idéia. Ninguém pode afirmar com segurança científica o que é e o que não é violência emocional. Se nós aceitassemos a noção de que as mulheres devem ser protegidas da violência emocional, isso implicaria em uma sociedade na qual a mulher poderia fazer qualquer atrocidade; mas jamais poderia ser criticada ou repreendida, já que tal repreensão poderia ser interpretada como uma "violência emocional" contra a mulher.
Além do mais, a sociedade não protege os homens da violência emocional que as mulheres praticam contra eles. Então, por que a sociedade haveria de proteger as mulheres da suposta "violência emocional" dos homens? A sociedade moderna é profundamente desfavorável aos homens. Enquanto que nenhuma forma de violência contra a mulher é aceita; a violência contra o homem é incentivada e estimulada. Os homens são as principais vitimas e o alvo constante da violência emocional e psicológica. A violência sexual contra os homens é ridicularizada e geralmente não é punida. A violência física contra os homens é incentivada e as mulheres que praticam tal violência são geralmente elevadas à categoria de heroínas do movimento feminista, ficando absolutamente impunes. Enquanto que o menor olho roxo em uma mulher, mesmo que tenha sido causado por ela mesma, já é o suficiente para ativar as Leis Maria da Penha e as Delegacias das Mulheres, trucidando qualquer homem; a mulher que mata e esquarteja o marido é vista pelas feministas como uma heroína e normalmente a mulher não é punida pelas agressões físicas que causem nos homens. Quanto à violência emocional, é óbvio e ululante que as mulheres são verdadeiras mestras natas na arte de provocar dor emocional nos homens. Os célebres joguinhos de atrair e afastar os namorados, os joguinhos de ciúmes são apenas a ponta do Iceberg dos truques femininos de provocar dor emocional profunda nos homens. Agora, tal habilidade está contando até mesmo com ajuda científica de feministas que escrevem livros que ensinam como as mulheres podem torturar emocionalmente seus maridos ou namorados. Infelizmente, as sociedades negam completamente a existência desse tipo de violência: a violência emocional, quando são os homens as principais vítimas dela. A violência emocional só existe, quando é uma mulher que é a suposta "vítima" e nesse caso, a interpretação de violência emocional é bastante ampla, abrangendo até mesmo a menor contrariedade que uma mulher descreva ser "vítima" como sendo suficiente para arruinar a vida de um homem desafeto. Os homens sempre foram treinados, em todas as épocas a não valorizarem seus próprios sentimentos e interesses. Desde a mais remota antiguidade, a sociedade sempre impôs aos homens o sacrificio, o sofrimento, o dever, a abnegação em prol da defesa da comunidade e da família. Dos homens sempre se exigiu que trabalhassem para sustentar a familia, que dessem a sua vida nas guerras para defender o país. Das mulheres jamais foi exigido nada, nem remotamente parecido com isso. Elas só tinham que ser mulheres, boas mães e esposas e pronto. Isso já bastava a elas. Enquanto os homens precisavam e ainda precisam se sacrificar para provar o seu valor como homens. E apesar de nunca ter havido a igualdade de deveres entre homens e mulheres; o feminismo sempre defendeu a idéia de que a desigualdade de direitos entre ambos era uma "injustiça". Defendeu isso durante um tempo, porque agora o feminismo não defende mais essa idéia. Agora, o feminismo abandonou completamente a noção de "igualdade de direitos" entre homens e mulheres, já que as mulheres tem mais direitos do que os homens hoje em dia; embora tenham muito menos deveres do que eles. Não, o feminismo moderno agora busca a supremacia feminina em todos os setores da sociedade. O feminismo procura privilégios para as mulheres em todas as áreas e não direitos iguais com os homens. Se o objetivo do feminismo realmente fossem os "direitos iguais", então por que as feministas estão mais ativas e militantes do que nunca hoje em dia? Apesar de os "direitos iguais" já terem sido alcançados desde antes da Constituição de 1988? A própria existência e militância ativa do movimento feminista prova que elas não buscam a igualdade; mas sim a supremacia sobre os homens, porque hoje em dia as mulheres já tem mais direitos e privilégios do que os homens. Quando um alpinista chega no pico da montanha, ele para de escalar, para de continuar subindo. Aprecia a vista e depois começa a descer a montanha. Então, por que o feminismo continua com sua escalada e sua busca por "mais direitos" se a igualdade de direitos com os homens já foi alcançada? Pense nisso.

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