A inferioridade que toda feminista sente de si mesma

14/12/2013 12:18

A inferioridade que toda feminista sente de si mesma

 

Toda mulher gorda e feminista tem um profundo complexo de inferioridade. Por mais que neguem, as mulheres sabem que precisam ser bonitas e gostosas para serem desejadas pelos homens. E quando isso não acontece, os mais injustos sentimentos de ódio e de vingança surgem na mente da gorda feminista, direcionados contra toda classe masculina. É como se ela quisesse se vingar de todos os homens, porque os homens não querem nada com ela.

A vida de uma feminista gorda está enfeitiçada, não por forças estranhas e alienígenas, mas por uma força profundamente enraizada no seu subconsciente. Sempre que a feminista gorda procura um relacionamento com alguém que lhe agrada, essa força envia sua mensagem de condenação: “Jamais vai conseguir o que quer; você não merece.”

Para lutar contra essa voz silenciosa da inferioridade, a gorda feminista deveria primeiro torná-la consciente. Não é possivel reprogramar a mensagem sem que a tenha tirado do banco de memória para ser exposta como um pensamento consciente. Em outras palavras, para modificá-la, primeiro ela deve ouvi-la.

Infelizmente quase nunca é isso que a gorda feminista faz. A solução padrão que uma mulher psicótica como essa adota é invariavelmente tentar demolir a auto-estima do homem que está com ela e de todos os homens em geral. Ela faz isso porque acha que se fizer com que os homens se sintam piores do que ela mesma se sente consigo própria, isso será uma vitória para ela. É como se dois corredores de maratona das olimpiadas estivessem competindo e um deles, para ganhar a corrida, coloque tachinhas no sapato do outro, para sabotá-lo. É claro que o corredor trapaceiro vai ganhar a corrida assim; mas não por ter sido o melhor, mas sim, por ter sabotado e trapaceado com o colega. Em síntese é apenas isso que o feminismo ensina as mulheres a fazerem com os homens.

Quando um homem está em dúvida a respeito de se casar com uma mulher gorda e feminista, ele diz: “Acho que o casamento seria um grande erro”, mas ela, no seu subconsciente ouviu: “Casar com você será um grande erro”. Quando o homem diz: “Não estou certo de que você seja a mulher para mim”, sua voz interna disse: “Naturalmente que ele não está certo. Porque você não é mulher para ninguém.”

A voz silenciosa da inferioridade também diz coisas para a feminista gorda que nada têm a ver com um homem: “Você não merece ser feliz”; “Vai se arrepender quando tudo começar a dar errado”. etc, etc.

Quando a feminista para um pouco de tentar encontrar algum defeito ou crime nos “Mascus” e começa a ouvir de verdade os próprios pensamentos, a confusão dela na verdade aumenta. Pois agora, parece que existem duas vozes discutindo. Quando a voz de inferioridade diz: “Você não merece ser feliz”, uma voz muito fraca de auto-estima replica: “Oh, mereço sim”.

A guerra civil psicológica é um sistema clássico das mulheres imobilizadas por ser gordas feministas com baixa auto-estima. A voz da auto-estima é produto do pensamento adulto e racional, uma voz de esperança, que olha o mundo e diz: “Tenho todos os motivos para acreditar que posso ser o que eu quiser”. Mas é dificil para uma “feminista desde criancinha” ter um pensamento adulto e racional. A voz da inferioridade é produto do condicionamento feminista anterior – “Alguma coisa está errada; preciso mudar e consertar o mundo através do feminismo”.

As feministas aprisionadas pelo sentimento de inferioridade andam sobre ovos. Elas têm um cuidado extremo para não ofender os seus aliados gayzistas. Elas ficam doentes só com a idéia de que um homem gay pode não gostar delas. Assim, elas fazem tudo o que é possível para controlar sua imagem social, acreditando que a aprovação dos gays, de algum modo, vai eliminar seus sentimentos de inferioridade e culpa, por constantemente agredirem os homens verbalmente e, frequentemente, fisicamente. Porém, o efeito é o contrário. A cada vez que essas feministas psicopatas moldam a própria personalidade de acordo com a imagem e personalidade dos gays e dos travestis, seu sentimento de inferioridade é reforçado. Na verdade, estão dizendo: “Meu eu verdadeiro é uma pessoa má. Não posso deixar que apareça”.

Uma feminista gorda é uma pessoa de muitas faces. Pode ter a reação “certa” no momento “certo”, agradando os gayzistas e travestis e assim conquistando seu respeito. Contudo, são os gays e travestis que controlam a definição do que é “certo”. Ela acredita que, bajulando os gays, ganhará auto-respeito. Mas isso nunca funciona.

A procura de aprovação é o elemento chave no controle da imagem social. A aprovação dos gays e travestis faz com que a feminista se sinta bem. Mas como essa sensação de bem estar é controlada por outra pessoa, ela deve alguma coisa à pessoa cuja aprovação procura conseguir. Acha quase impossível não tentar agradar aos gayzistas.

A aprovação dos gays tem um efeito de tornar-se um hábito para a mulher feminista. Temporariamente suplanta a voz secreta da inferioridade, dando-lhe uma sensação de segurança. Contudo, em determinado nível do consciente, a mulher sabe qual é a verdade: “A única razão pela qual estou me sentindo bem é porque esse gay gosta de mim”. Como os gostos das pessoas podem mudar, ela chega à conclusão de que sua sensação de segurança é precária. Logo precisa procurar aprovação mais ampla, representando a imagem social “correta”.

A feminista com forte sentimento de inferioridade tem enorme desejo pela aprovação social. Seu vício de agradar aos outros exige uma “dose” em horários fixos. Fica tão absorta na escolha da próxima pessoa a quem agradar, que nem percebe que está na verdade fugindo da desaprovação – uma tarefa eminentemente fútil.

Ainda neste ano de 2013, aquela famosa feminista da Federal que combatemos aqui fez uma leve crítica contra algumas performances da Marcha das Vadias. Então, as feministas da Marcha ficaram furiosas com ela e mandaram muitos comentários ofensivos contra ele, criticando-a porque ela criticou um aspecto da marcha das Vadias. Essa feminista, que está tão acostumada a responder os insultos que os homens lhes dirigiam, ficou tão magoada com os insultos que suas colegas feministas fizeram, que até ameaçou acabar com o bloguezinho dela. Só depois de muita puxação de saco por parte das leitorxs dela que ela decidiu continuar com o blogue. Mas nós sabemos aqui que ela jamais cogitou seriamente a possibilidade de extinguir o blogue dela. Tudo o que ela queria era se fazer de vítima para voltar a receber os elogios e a puxação de saco a que está acostumada.

Mas nem sempre a feminista gorda sente o desejo de agradar os outros. Se a distância psicológica for grande, a feminista gorda não sente o menor impulso para agradar e nem mesmo respeitar a outra pessoa. O conceito de distância psicológica nos diz que quanto mais próxima uma pessoa se sente de outra, menor é a distância psicológica entre elas. E vice-versa, quanto menor for a afinidade entre duas pessoas, maior é a distância psicológica entre elas. Quando uma feminista procura aprovação, a intensidade dos seus esforços dependerá da distância psicológica entre ela e a pessoa cuja aprovação tenta conquistar.

Se a distância psicológica for grande, como a que existe entre ela e o zelador da faculdade, a feminista pode não ter muita vontade de agradar. Pode sentir-se à vontade e, o que é triste, ser mais ofensiva com ele do que com qualquer outra pessoa. Essa é a razão pela qual a feminista que combatemos aqui sempre está a nos xingar e a nos ofender e desrespeitar.

Se a distância psicológica for moderada, como a colega de trabalho, a feminista poderá manter a imagem social “certa” com um mínimo de esforço. Pode se preocupar com a desaprovação, mas provavelmente evitará o desconforto, projetando a imagem que promete elogios e reconhecimento.

Se a distância psicológica for pequena, como com o marido ou amante lésbica, a feminista experimentará o mais alto grau de apreensão. A tensão aumenta à medida que procura a imagem “certa” para projetar. Provavelmente seu nervosismo a fará dizer ou fazer coisas erradas, pelas quais ela pressente a desaprovação. Não pode vencer. Quanto mais se esforça, mais corre o risco da desaprovação.

A feminista preocupada com a imagem tem uma imensa coleção de táticas para satisfazer as outras às quais recorre para atender às expectativas das outras feministas. A avaliação que uma feminista faz do potencial de aprovação, em uma reunião, leva à complementação de preterminadas táticas de satisfação.

Um gay tristonho precisa de piedade; um gay tímido, uma abordagm delicada. A mulher do presidente da firma deve sentir-se uma rainha com uma solicitação respeitosa. Um gay mal-humorado ganha um sorriso. A um outro mais velho e eminente, presta-se uma homenagem.

Como podem ver, a maioria das táticas de satisfazer os outros é reservada aos gays. Quando uma feminista procura agradar os gays, não está flertando com eles. Na verdade, ela está tentando agradar-lhes como uma filha procura agradar ao pai. Na verdade, é exatamente isso o que está fazendo.

A feminista dedicada a controlar sua imagem social esforça-se até ficar exausta. Faz o impossível para nunca dizer não. Está certa de que um não acarretará desaprovação.

Ela culpará algum homem hetero por sua incapacidade de fazer alguma coisa. Inventará uma desculpa esfarrapada para não recusar abertamente um convite. Pode até fingir doença. Se o convite é de alguém cuja aprovação ela quer desesperadamente, pode ficar realmente doente de depressão.

Já vimos como o esforço para controlar sua imagem social rouba da feminista a sua identidade. Ela não pode se orgulhar por se vender para conseguir a próxima “dose” de aprovação. Se o controle da imagem é extremamente importante para ela, vai olhar no espelho e ver apenas o reflexo das exigências das outas pessoas e suas preferências.

A feminista que se dedica a controlar sua imagem social acredita que possui poderes mágicos. Age como se pudesse “fazer” com que as pessoas pensem de determinado modo. “Controlando meu comportamento, tenho o poder de ganhar aprovação e evitar desaprovação. Posso fazer com que gostem de mim; o que é mais importante, posso fazer com que não me desaprovem”.

Essa ilusão de poder vive na mulher desde a infância. Essa é a origem das “feministas desde criancinha”. Ela aprendeu a acreditar nessa idéia irracional agradando à mãe, geralmente uma feminista fanática, e assim evitando a rejeição. Nos seus primeiros anos, esse poder irreal do ego a ajudou a manter a auto-estima e a afastar o medo. Na idade adulta, ele ameaça anular toda a possibilidade dessa mulher de ser feliz. Assim, embora essencial para a sua sobrevivência no passado, poderá destruí-la no presente.

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A inferioridade que toda feminista sente de si mesma

Toda mulher gorda e feminista tem um profundo complexo de inferioridade. Por mais que neguem, as mulheres sabem que precisam ser bonitas e gostosas para serem desejadas pelos homens. E quando isso não acontece, os mais injustos sentimentos de ódio e de vingança surgem na mente da gorda feminista, direcionados contra toda classe masculina. É como se ela quisesse se vingar de todos os homens, porque os homens não querem nada com ela.

A vida de uma feminista gorda está enfeitiçada, não por forças estranhas e alienígenas, mas por uma força profundamente enraizada no seu subconsciente. Sempre que a feminista gorda procura um relacionamento com alguém que lhe agrada, essa força envia sua mensagem de condenação: “Jamais vai conseguir o que quer; você não merece.”

Para lutar contra essa voz silenciosa da inferioridade, a gorda feminista deveria primeiro torná-la consciente. Não é possivel reprogramar a mensagem sem que a tenha tirado do banco de memória para ser exposta como um pensamento consciente. Em outras palavras, para modificá-la, primeiro ela deve ouvi-la.

Infelizmente quase nunca é isso que a gorda feminista faz. A solução padrão que uma mulher psicótica como essa adota é invariavelmente tentar demolir a auto-estima do homem que está com ela e de todos os homens em geral. Ela faz isso porque acha que se fizer com que os homens se sintam piores do que ela mesma se sente consigo própria, isso será uma vitória para ela. É como se dois corredores de maratona das olimpiadas estivessem competindo e um deles, para ganhar a corrida, coloque tachinhas no sapato do outro, para sabotá-lo. É claro que o corredor trapaceiro vai ganhar a corrida assim; mas não por ter sido o melhor, mas sim, por ter sabotado e trapaceado com o colega. Em síntese é apenas isso que o feminismo ensina as mulheres a fazerem com os homens.

Quando um homem está em dúvida a respeito de se casar com uma mulher gorda e feminista, ele diz: “Acho que o casamento seria um grande erro”, mas ela, no seu subconsciente ouviu: “Casar com você será um grande erro”. Quando o homem diz: “Não estou certo de que você seja a mulher para mim”, sua voz interna disse: “Naturalmente que ele não está certo. Porque você não é mulher para ninguém.”

A voz silenciosa da inferioridade também diz coisas para a feminista gorda que nada têm a ver com um homem: “Você não merece ser feliz”; “Vai se arrepender quando tudo começar a dar errado”. etc, etc.

Quando a feminista para um pouco de tentar encontrar algum defeito ou crime nos “Mascus” e começa a ouvir de verdade os próprios pensamentos, a confusão dela na verdade aumenta. Pois agora, parece que existem duas vozes discutindo. Quando a voz de inferioridade diz: “Você não merece ser feliz”, uma voz muito fraca de auto-estima replica: “Oh, mereço sim”.

A guerra civil psicológica é um sistema clássico das mulheres imobilizadas por ser gordas feministas com baixa auto-estima. A voz da auto-estima é produto do pensamento adulto e racional, uma voz de esperança, que olha o mundo e diz: “Tenho todos os motivos para acreditar que posso ser o que eu quiser”. Mas é dificil para uma “feminista desde criancinha” ter um pensamento adulto e racional. A voz da inferioridade é produto do condicionamento feminista anterior – “Alguma coisa está errada; preciso mudar e consertar o mundo através do feminismo”.

As feministas aprisionadas pelo sentimento de inferioridade andam sobre ovos. Elas têm um cuidado extremo para não ofender os seus aliados gayzistas. Elas ficam doentes só com a idéia de que um homem gay pode não gostar delas. Assim, elas fazem tudo o que é possível para controlar sua imagem social, acreditando que a aprovação dos gays, de algum modo, vai eliminar seus sentimentos de inferioridade e culpa, por constantemente agredirem os homens verbalmente e, frequentemente, fisicamente. Porém, o efeito é o contrário. A cada vez que essas feministas psicopatas moldam a própria personalidade de acordo com a imagem e personalidade dos gays e dos travestis, seu sentimento de inferioridade é reforçado. Na verdade, estão dizendo: “Meu eu verdadeiro é uma pessoa má. Não posso deixar que apareça”.

Uma feminista gorda é uma pessoa de muitas faces. Pode ter a reação “certa” no momento “certo”, agradando os gayzistas e travestis e assim conquistando seu respeito. Contudo, são os gays e travestis que controlam a definição do que é “certo”. Ela acredita que, bajulando os gays, ganhará auto-respeito. Mas isso nunca funciona.

A procura de aprovação é o elemento chave no controle da imagem social. A aprovação dos gays e travestis faz com que a feminista se sinta bem. Mas como essa sensação de bem estar é controlada por outra pessoa, ela deve alguma coisa à pessoa cuja aprovação procura conseguir. Acha quase impossível não tentar agradar aos gayzistas.

A aprovação dos gays tem um efeito de tornar-se um hábito para a mulher feminista. Temporariamente suplanta a voz secreta da inferioridade, dando-lhe uma sensação de segurança. Contudo, em determinado nível do consciente, a mulher sabe qual é a verdade: “A única razão pela qual estou me sentindo bem é porque esse gay gosta de mim”. Como os gostos das pessoas podem mudar, ela chega à conclusão de que sua sensação de segurança é precária. Logo precisa procurar aprovação mais ampla, representando a imagem social “correta”.

A feminista com forte sentimento de inferioridade tem enorme desejo pela aprovação social. Seu vício de agradar aos outros exige uma “dose” em horários fixos. Fica tão absorta na escolha da próxima pessoa a quem agradar, que nem percebe que está na verdade fugindo da desaprovação – uma tarefa eminentemente fútil.

Ainda neste ano de 2013, aquela famosa feminista da Federal que combatemos aqui fez uma leve crítica contra algumas performances da Marcha das Vadias. Então, as feministas da Marcha ficaram furiosas com ela e mandaram muitos comentários ofensivos contra ele, criticando-a porque ela criticou um aspecto da marcha das Vadias. Essa feminista, que está tão acostumada a responder os insultos que os homens lhes dirigiam, ficou tão magoada com os insultos que suas colegas feministas fizeram, que até ameaçou acabar com o bloguezinho dela. Só depois de muita puxação de saco por parte das leitorxs dela que ela decidiu continuar com o blogue. Mas nós sabemos aqui que ela jamais cogitou seriamente a possibilidade de extinguir o blogue dela. Tudo o que ela queria era se fazer de vítima para voltar a receber os elogios e a puxação de saco a que está acostumada.

Mas nem sempre a feminista gorda sente o desejo de agradar os outros. Se a distância psicológica for grande, a feminista gorda não sente o menor impulso para agradar e nem mesmo respeitar a outra pessoa. O conceito de distância psicológica nos diz que quanto mais próxima uma pessoa se sente de outra, menor é a distância psicológica entre elas. E vice-versa, quanto menor for a afinidade entre duas pessoas, maior é a distância psicológica entre elas. Quando uma feminista procura aprovação, a intensidade dos seus esforços dependerá da distância psicológica entre ela e a pessoa cuja aprovação tenta conquistar.

Se a distância psicológica for grande, como a que existe entre ela e o zelador da faculdade, a feminista pode não ter muita vontade de agradar. Pode sentir-se à vontade e, o que é triste, ser mais ofensiva com ele do que com qualquer outra pessoa. Essa é a razão pela qual a feminista que combatemos aqui sempre está a nos xingar e a nos ofender e desrespeitar.

Se a distância psicológica for moderada, como a colega de trabalho, a feminista poderá manter a imagem social “certa” com um mínimo de esforço. Pode se preocupar com a desaprovação, mas provavelmente evitará o desconforto, projetando a imagem que promete elogios e reconhecimento.

Se a distância psicológica for pequena, como com o marido ou amante lésbica, a feminista experimentará o mais alto grau de apreensão. A tensão aumenta à medida que procura a imagem “certa” para projetar. Provavelmente seu nervosismo a fará dizer ou fazer coisas erradas, pelas quais ela pressente a desaprovação. Não pode vencer. Quanto mais se esforça, mais corre o risco da desaprovação.

A feminista preocupada com a imagem tem uma imensa coleção de táticas para satisfazer as outras às quais recorre para atender às expectativas das outras feministas. A avaliação que uma feminista faz do potencial de aprovação, em uma reunião, leva à complementação de preterminadas táticas de satisfação.

Um gay tristonho precisa de piedade; um gay tímido, uma abordagm delicada. A mulher do presidente da firma deve sentir-se uma rainha com uma solicitação respeitosa. Um gay mal-humorado ganha um sorriso. A um outro mais velho e eminente, presta-se uma homenagem.

Como podem ver, a maioria das táticas de satisfazer os outros é reservada aos gays. Quando uma feminista procura agradar os gays, não está flertando com eles. Na verdade, ela está tentando agradar-lhes como uma filha procura agradar ao pai. Na verdade, é exatamente isso o que está fazendo.

A feminista dedicada a controlar sua imagem social esforça-se até ficar exausta. Faz o impossível para nunca dizer não. Está certa de que um não acarretará desaprovação.

Ela culpará algum homem hetero por sua incapacidade de fazer alguma coisa. Inventará uma desculpa esfarrapada para não recusar abertamente um convite. Pode até fingir doença. Se o convite é de alguém cuja aprovação ela quer desesperadamente, pode ficar realmente doente de depressão.

Já vimos como o esforço para controlar sua imagem social rouba da feminista a sua identidade. Ela não pode se orgulhar por se vender para conseguir a próxima “dose” de aprovação. Se o controle da imagem é extremamente importante para ela, vai olhar no espelho e ver apenas o reflexo das exigências das outas pessoas e suas preferências.

A feminista que se dedica a controlar sua imagem social acredita que possui poderes mágicos. Age como se pudesse “fazer” com que as pessoas pensem de determinado modo. “Controlando meu comportamento, tenho o poder de ganhar aprovação e evitar desaprovação. Posso fazer com que gostem de mim; o que é mais importante, posso fazer com que não me desaprovem”.

Essa ilusão de poder vive na mulher desde a infância. Essa é a origem das “feministas desde criancinha”. Ela aprendeu a acreditar nessa idéia irracional agradando à mãe, geralmente uma feminista fanática, e assim evitando a rejeição. Nos seus primeiros anos, esse poder irreal do ego a ajudou a manter a auto-estima e a afastar o medo. Na idade adulta, ele ameaça anular toda a possibilidade dessa mulher de ser feliz. Assim, embora essencial para a sua sobrevivência no passado, poderá destruí-la no presente.

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