12 passos para você ficar rico

09/10/2013 12:08

Pesquisas sugerem que se você era feliz e bem ajustado, economizou. Mas se era cheio de problemas, torrou a grana para se sentir melhor.  Mas a verdade é que é preciso economizar o dinheiro, é preciso gastar menos do que se ganha para poder acumular uma fortuna. Se quiser, pode encarar a coisa assim: Gaste em...economias. O segredo é estabelecer um objetivo - terminar de pagar sua casa de praia aos 40 anos, por exemplo. Se você economizar 105 reais por semana e aplicar em um ativo financeiro que renda juros mensais médios de 1,3% você vai conseguir acumular 1 milhão de reais em 30 anos. Planeje a sua carreira. Você está diante  de algo incerto, então não pode correr o risco de ficar desantenado com o mercado. Encare estágios ou empregos sem ser criterioso demais. No mercado competitivo de hoje em dia, quanto mais tempo você ficar sem experiência, mais difícil será de conseguir uma colocação razoável. Disponha-se a fazer jornadas duplas ou trabalhos como freelancer. O ideal é que os dois primeiros anos de formado sirvam para fazer uma reserva financeira. Só depois disso comece a pensar em cursos de especialização. Não faça grandes gastos com o primeiro carro, a entrada em uma casa, o seguro de vida. Compre um carro usado no começo da sua carreira.
Comece a planejar o futuro e a fazer investimentos - um bom plano de previdência, por exemplo. Os especialistas recomendam os investimentos a perder de vista. Infelizmente, a maior parte dos jovens são ambiciosos, agressivos e têm pressa de ficarem ricos, e mudam frequentemente de estratégias. Mas isso só os deixa pobres mais depressa. O melhor é um plano de previdência do tipo PGBL. Tem abatimento de impostos e um custo/beneficio maior. Para Planos de aposentadoria invista em fundos mistos, formados de renda fixa (70%) e ações (30%). Ou em contas individuais, os papéis do tesouro direto de longo prazo (50%), ações de grandes empresas (30%) e ouro (20%),
Não compre um carro zero quilômetro. A desvalorização de um carro zero é enorme e ocorre em pouquíssimo tempo. Sem contar que a diferença de preço entre um carro novo e um seminovo de mesmo modelo é brutal.
Então compre a segunda melhor opção: uma caranga com dois ou três anos de uso. Os anos de maior desvalorização já passaram e ele vai vir com a garantia de um carro quase novo. Enquanto você demora até seis anos para pagar um carro zero quilômetro - sem contar gastos com manutenção - o usado pode ser abatido em um ano, desde que você tenha dado uma boa entrada.  Mesmo assim, seja realista com o quanto pode pagar. É recomendável que você mantenha sua razão dívida/renda entre 10% e 15% - mas no Brasil esse cálculo pode chegar a 30% para grandes financiamentos como o de uma casa.
Suponha que seu salário seja de 3 mil reais por mês, você tenha gastos fixos (como o cartão de crédito) de 450 reais. Sua razão dívida/renda será de 28% (850 dividido por 3 mil).
Casamento - Depois da infidelidade, talvez o meio mais garantido de se conseguir um divórcio são incompatibilidades financeiras. Em um estudo feito pela Universidade de Ohio, constatou-se que os casais que se separam têm muito menos dinheiro do que aqueles que permanecem juntos. Os homens brasileiros se casam, em média, aos 28 anos e se separam aos 43 anos.
É aconselhável fazer reuniões semanais com sua esposa para discutir gastos, investimentos, impostos e objetivos a longo prazo.
Primeira casa - Não tente comprar a sua primeira casa se você ainda não está seguro no seu emprego. Se existem chances de ser transferido para outra cidade ou se você puder ser demitido a qualquer hora. Alugue um pequeno espaço, próximo ao trabalho, de tamanho e preço compatíveis às suas necessidades. Leve em consideração a hipótese de rachar um apartamento com um amigo ou colega de trabalho. Se você for comprar uma casa própria, tente dar uma boa entrada, usando talvez o seu FGTS ou algumas economias. O ideal é que você consiga pagar a casa entre oito e dez anos, para evitar os juros exorbitantes dos financiamentos de muito longo prazo (20 ou 30 anos).
Primeiro filho - A educação dos filhos representa 53% dos gastos totais de uma família. Um filho custa em média, do berço à graduação na faculdade, 1,6 milhão de reais. Você vai precisar gastar mais dinheiro quando as crianças tiverem entre 12 e 20 anos: cursos de idiomas, de esportes, cursinho, faculdade, roupas bacanas.. Use o tempo em que eles são crianças para economizar para esse período. Certifique-se de que o seu filho não vai levá-lo à falência e faça a criança crescer com um bom nível de inteligência financeira.
Ganho extra - Incorpore a idéia de que não é proibido gastar, especialmente quando o dinheiro não estava previsto. Mas pesquisas mostram que quando se ganha muito dinheiro de uma só vez os gastos se tornam impulsivos e maiores. Planejar é fundamental nesse caso.
- Filhos na faculdade - Invista em um plano de previdência do tipo VGBL, iniciado ainda no nascimento ou na infância. Investir cerca de cem a duzentos reais por mês já é suficiente. Indique o filho como beneficiário para que ele possa resgatar todo o dinheiro depois de 18 sem ter que arcar com os tributos, que seriam enormes se você fosse o sacador.
- Aposentadoria - Hoje não dá mais para se aposentar aos 45, 50 anos. Você ainda deve viver pelo menos mais 35 anos. E não dá para viver com aposentadoria por todo esse tempo. Na fase dos 40 você deve concentrar os investimentos para si mesmo, tomando cuidado com os gastos e guardando a maior quantidade possivel que você conseguir economizar. A previdência na modalidade PGBL permite um truque, para aumentar a renda: Se você ganha 100 mil reais por ano, vai ter retido na fonte 27500 reais para o imposto de renda. Mas se investir nesse plano pelo menos mil por mês (12% do total) vai poder receber de volta 27,5% desse dinheiro (cerca de 3 mil), que seria do governo.


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