Declaração dos direitos do homem e do cidadão (1789)

21/10/2013 06:39

Declaração dos direitos do homem e do cidadão (1789)

 

Declaração dos direitos do homem e do cidadão (1789)

Baseada em princípios liberais, democráticos e nacionalistas, a revolução francesa foi a primeira das revoluções modernas. Teve início em 1789 e se prolongou até 1815. Um novo modelo de sociedade e de estado criado pelos revolucionários franceses foi anunciado em 26 de agosto de 1789 com a aprovação da Declaração Universal dos Direitos do Homem - que proclamava a liberdade, a igualdade, a inviolabilidade da propriedade e o direito de resistir à opressão.


Reprodução da Declaração Universal dos Direitos Humanos, escrita em 1789.

Os representantes do povo francês, constituídos em Assembléia nacional, considerando que a ignorância, o esquecimento ou o desprezo dos direitos do homem são as causas únicas das infelicidades públicas e da corrupção dos governos, resolvem expor, numa declaração solene, os direitos naturais, inalienáveis e sagrados do homem, a fim de que esta declaração, constantemente presente a todos os membros do corpo social, lhes lembre sem cessar seus direitos e seus deveres, a fim de que os atos do poder legislativo e os do poder executivo, podendo ser a cada instante comparados com a meta de toda instituição política, sejam mais respeitados, a fim de que as reclamações dos cidadãos, fundadas de agora em diante sobre princípios simples- e incontestáveis, se destinem sempre à manutenção da constituição e à felicidade de todos. Por conseguinte, a Assembléia Nacional reconhece e declara, em presença e sob os auspícios do Ser Supremo, os seguintes direitos do homem e do cidadão:

Artigo 1. Os homens nascem e permanecem livres e iguais em direitos. As distinções sociais não podem ser fundamentadas senão sobre a utilidade comum.
O Feminismo fere o direito fundamental à igualdade, ao criar leis Maria da Penha e privilégios que só podem ser usufruidos por mulheres
Artigo 2. A finalidade de toda associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses direitos são: a liberdade, a prosperidade, a segurança e a resistência à opressão.
O Feminismo busca sistematicamente violar todos esses direitos dos homens. A liberdade dos homens é restringida e os homens que criticam o feminismo são perseguidos. A prosperidade dos homens é roubada pelas feministas e pelas mulheres nas pensões de divórcio. Não há mais segurança para os homens que se vêem a mercê de mulheres inescrupulosas que fazem falsas denúncias de estupro e com isso arruinam a vida de um homem inocente. A resistência à opressão é um direito humano fundamental e natural; mas as feministas negam aos homens o direito sagrado de resistir contra o feminismo.
Artigo 3. O princípio de toda soberania reside essencialmente na nação; nenhum corpo, nenhum indivíduo pode exercer autoridade que dela não emane expressamente.

Artigo 4. A liberdade consiste em poder fazer tudo aquilo que não prejudique a outrem; assim sendo, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem outros limites senão os que assegurem aos demais membros da sociedade o gozo desses direitos Tais limites não podem ser determinados senão pela lei.
Para as feministas o conceito de liberdade é justamente o contrário disso. Para elas, liberdade é qualquer coisa que elas façam que prejudique algum homem.
Artigo 5. A lei só tem direito de proibir as ações prejudiciais à sociedade. Tudo quanto não for proibido pela lei pode ser impedido e ninguém pode ser constrangido a fazer o que ela não ordena.
E mesmo assim as feministas não poupam esforços em proibir e perseguir qualquer um que critique o seu movimento de ódio misândrico.
Artigo 6. A lei é a expressão da vontade geral. Todos os cidadãos têm o direito de concorrer, pessoalmente ou pelos seus representantes, na sua formação. Ela tem de ser a mesma para todos, quer seja protegendo, quer seja punindo. Todos os cidadãos, sendo iguais aos seus olhos, são igualmente admissíveis a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo a capacidade deles, e sem outra distinção do que a de suas virtudes e talentos.
Exceto para o pastor Marco Feliciano. Este não tem direito nem de dar um pio, sob pena de ser linchado pela gaystapo e pelas feminazis.
Artigo 7. Nenhum homem pode ser acusado, preso nem detido senão nos casos determinados pela lei, e segundo as formas que ela prescreveu. Aqueles que solicitam, expedem, executam ou mandam executar ordens arbitrárias devem ser punidos; mas todo cidadão chamado ou detido em virtude da lei deve obedecer incontinenti; ele se torna culpado pela resistência.
A Lola viola esse artigo numa base diária, ao relacionar os masculinistas com seriais killers como o do massacre do Realengo.
Artigo 8. A lei só deve estabelecer penas estrita e evidentemente necessárias, e ninguém pode ser punido senão cm virtude de uma lei estabelecida e promulgada anteriormente ao delito e legalmente aplicada.
Diga isso para a famigerada Comissão da Verdade, que persegue e pune militares aposentados por fatos ocorridos há décadas atrás e que na época não eram considerados crimes.
Artigo 9. Todo homem sendo presumido inocente até que tenha sido declarado culpado, se se julgar indispensável detê-lo, todo rigor que não for necessário para garantir a sua detenção deve ser severamente reprimido pela lei.
Esse aqui eu nem preciso comentar muito né? A feminista Lola e suas asseclas dizem todos os dias que TODOS OS HOMENS SÃO ESTUPRADORES e coisas até piores do que isso.
Artigo 10. Ninguém deve ser molestado pelas suas opiniões, mesmo religiosas, desde que sua manifestação não perturbe a ordem pública, estabelecida pela lei.
Exceto quando for para perturbar e perseguir o Pastor Marco Feliciano, como nós estamos cansados de ver, lésbicas ficando nuas nos cultos evangélicos e fazendo orgias dentro das Igrejas. Gays que agridem até fisicamente o Pastor Feliciano, como naquele episódio no avião.
Artigo 11. A livre comunicação dos pensamentos e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do homem; todo cidadão pode, portanto, falar, escrever, imprimir livremente, respondendo pelo abuso dessa liberdade nos casos determinados pela lei.
Ha, ha, ha, esse daqui foi um dos primeiros direitos que as feministas tiraram dos homens.
Artigo 12. A garantia dos direitos do homem e do cidadão necessita de uma força pública; por conseguinte, esta força fica instituída para o benefício de todos, e não para a utilidade particular daqueles a quem ela for confiada.

Artigo 13. Para a manutenção da força pública e para as despesas de administração é indispensável uma contribuição comum; ela deve ser igualmente repartida entre todos os cidadãos, à razão de suas faculdades.

Artigo 14. Todos os cidadãos têm o direito de verificar, por eles mesmos ou pelos seus representantes, a necessidade da contribuição pública, de consenti-la livremente, de acompanhar-lhe o emprego, de lhe determinar a quota, a cobrança e a duração.

Artigo 15. A sociedade tem o direito de pedir a todo agente público contas de sua administração.

Artigo 16. Toda sociedade na qual a garantia dos direitos não for assegurada, nem a repartição dos poderes determinada, não tem constituição.

Artigo 17. Sendo a propriedade um direito inviolável e sagrado, dela ninguém pode ser privado, salvo quando a necessidade pública, legalmente verificada, o exigir evidentemente e com a condição de uma justa e prévia indenização.

Pesquisas Barsa

Ai está senhores, em pleno século XXI, nós homens perdemos os mais básicos direitos humanos em prol dos privilégios da gaystapo e das feministas feminazis. Nós precisamos implementar uma contra-revolução e instaurar novamente esses direitos humanos básicos, de que estamos sendo privados. Até se reclamarmos, as feministas nos perseguem e tentam nos destruir. Os homens simplesmente não sabem de seus direitos. Nós homens estamos sendo sistematicamente massacrados e estuprados em nossos direitos mais básicos pelas feministas, que se negam em reconhecer a nossa humanidade e, portanto, nos negam os direitos humanos, que elas consideram privilégio exclusivo delas. Nós homens somos sub humanos para feministas como a Lola, e como tantas outras. Elas se negam em ver em nós seres humanos merecedores de direitos. Nós somos os bandidos sujos "Mascus" que só têm o mesmo direito dos criminosos: o de ficarmos calados, porque tudo o que dissermos ou fizermos será usado contra nós no tribunal feminista de inquisição.