Filhos gays enterram seu pai ainda vivo

07/10/2013 18:09
Filhos gays enterram seu pai ainda vivo
Enviado em 07/01/2011 21:27:50

http://3.bp.blogspot.com/_4U20L20Beg4/SRRZ83fZkRI/AAAAAAAABKk/ZTTDc-UkLdc/s400/AMPULETA.jpgO delegado de Homicídios de Timon (MA) Ricardo Freire, informou que foram presos Alexandre de Sousa Lopes, de 19 anos, e Kleiton de Sousa Lopes, 21 anos, pelo assassinato de seu pai Antonio Carlos Lopes, um umbandista aposentado de 57 anos.
 

 

....e os filhos se levantarão contra os pais. e os matarão”. (Mateus 10:21)

 

 

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Ricardo Freire disse que também foi preso um amigo dos dois irmãos, João André da Costa Rocha, de 23 anos.
O delegado Ricardo Freire informou ainda que dois irmãos enterraram vivo o umbandista aposentado Antonio Carlos Lopes em uma quarto da própria residência, na Rua 90, no bairro Parque Piauí, em Timon.
Segundo ele, João André foi quem cavou a cova.
Alexandre Lopes, Kleiton Lopes e João André foram presos e levados para Delegacia de Homicídios de Timon e serão transferidos transferidos para a Penitenciária Jorge Vieira.
Kleiton Lopes declarou que matou o seu pai por que ele espancava a sua mãe, Maria da Conceição Lopes, de 45 anos, e lhe caluniava que a mulher tinha outros homens e que seus filhos eram gays e por isso, roubavam o seu dinheiro.
“Ele caluniava, dizia mentiras com a gente. Sempre fez isso. Dizia que a gente roubava o dinheiro dele quando na verdade dava para outras pessoas, disse Kleiton Lopes.
Ele falou que planejou com o irmão Alexandre Lopes a morte do pai no dia 24 de dezembro, quando encomendaram cova ao amigo João André.
Kleiton Lopes disse que colocou no suco os medicamentos Diazepan e Carmanazepina, que seu pai tomava para dormir.

“Ele (pai) nem percebeu o gosto estranho do suco porque só vivia bêbado, ele era alcoólatra. Tomou uma overdose do remédio, ficou roxo e nós o enterramos”, falou Kleiton Lopes.

Ele declarou que o pai foi enterrado vivo e sem consciência no dia 29 de dezembro em uma cova aberta pelo amigo João André.
“O crime foi premeditado porque a cova foi aberta no dia 24 de dezembro e o pai foi enterrado no dia 29 de dezembro. Tudo foi premeditado”, declarou o delegado Ricardo Freire.
Os funcionários do IML (Instituto Médico Legal) de Timon retiraram o corpo de Antonio Carlos Lopes, que estava em avançado estado de putrefação. O perito criminal Bisael Félix afirmou que o corpo do umbandista foi enterrado dentro da casa com 1,20 metro de profundidade.
“O corpo da vítima estava de frente para a abertura da cova. Foi preciso usar cordas para puxar o corpo", declarou Bisael Félix. Durante a retirada do corpo, uma irmã do umbandista desmaiou e uma sobrinha tentou agredir uma mulher que morava na casa de Antonio Carlos e era amiga de seus filhos, a acusando de ser cúmplice do crime.
O delegado de Homicídios Ricardo Freire disse que a população queria destruir a casa jogando pedras e ateando fogo, mas foi contida pela polícia.
Kleiton de Sousa, Alexandre de Sousa e João André prestaram depoimentos na Delegacia de Homicídios de Timon. O chefe de Investigações da Delegacia de Homicídios, Hedilberto Régis, afirmou que os três vão ser indiciados por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, podendo ser condenados a no mínimo 12 anos de prisão.
Kleiton de Sousa Lopes confessou ter assassinado o pai, Antônio Carlos Lopes, alegando que praticava maus-tratos cpntra suja mãe os os humilhava pelo fato de serem homossexuais.
"Foi um momento de fraqueza, de desespero. Peço desculpas. Reconheço meu erro e vou pagar pelo meu erro. Que me perdoem, que me desculpe a família", disse Kleiton Lopes, pedindo perdão especialmente à mãe, Maria da Conceição Sousa, que ele garante não ter participação no crime.
Kleiton de Sousa nega ter matado o pai para receber alguma herança ou que o crime tenha algo a ver com a umbanda.
Alexandre de Sousa disse que ele e o irmão se arrependeram do crime e começaram a receber pressão sobre o paradeiro do pai.
Ontem, Kleiton de Sousa e Alexandre de Sousa procuraram o tio, o empresário José de Sousa, estudante do curso de Direito, e confessaram 'o crime. Em seguida, José Lopes de Sousa, de 60 anos, denunciou o crime para a Delegacia de Homicídios. Segundo José de Sousa, o irmão vivia em conflito com os filhos.
“O nosso pai viajava muito e a gente dizia que ele estava viajando. Ninguém ligava muito para ele porque ofendia as pessoas. Humilhava muito eu e meu irmão porque somos gays”, declarou Alexandre de Sousa.
O comerciante José Lopes de Sousa quer que os sobrinhos paguem pelo crime. Ele contou que pais e filhos tinham muito desentendimento, mas não acredita na versão dos acusados.
João Batista Lopes, outro parente da vítima, disse que o aposentado havia revelado não dormir direito, com medo dos filhos matá-lo.
O crime aconteceu por volta de 12h do dia 29 de dezembro do ano passado. Com a cova já pronta desde o dia 24, Kleiton Lopes de Sousa aproveitou que o pai estava embriagado para lhe dar remédios para hipertensão e para dormir. Em seu depoimento, Kleiton de Sousa confessou que a dose dada ao pai foi a mesma usada por Antonio Lopes para conseguir dormir diariamente. No entanto, a polícia ainda vai investigar se houve overdose, assim como outras hipóteses.
"Ele pode ter sido enterrado vivo. Nós temos quase certeza, mas é preciso aguardar a perícia", disse Ricardo Freire, que aguarda o resultado do exame de corpo de delito nos próximos dias. O corpo foi levado pelo Instituto Médico Legal na tarde de ontem, após escavações em um quarto nos fundos da casa na Rua 90.
Outra dúvida para a polícia é sobre a participação da mãe dos acusados. Kleiton Sousa disse ter cometido o crime após se cansar das agressões sofridas por Maria da Conceição Sousa, e por ele e Alexandre serem humilhados em razão de sua opção sexual.
Ele negou a participação de Maria, que viajou no dia seguinte ao crime e até hoje não voltou para casa. “Quando nós enterremos nosso pai, minha mãe estava dormindo”, declarou.

Fonte: O guarda de israel
Via: TUDO NO GLOBO

Fonte: http://www.oalerta.com/portal/modules/news/article.php?storyid=124