O que é a violência contra a mulher?

21/10/2013 06:34

O que é a violência contra a mulher?

É todo o ato de violência que resulta ou pode resultar em dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico da mulher, inclusive a ameaça de tais atos, a coação ou a privação voluntária da liberdade, tanto na vida pública, como na vida privada.

Existem três tipos de violência:

Violência física: vai desde os beliscões, empurrões, tapas, socos e pontapés que podem provocar abortos, lesões internas, desfigurações e, inclusive, homicídio.

Violência emocional: compreende agressões verbais, como insultos, gritos, críticas permanentes, desvalorização, ameaças, etc. A mulher sofre progressivamente uma debilitação psicológica, apresenta quadros depressivos e pode chegar ao suicídio.

Violência sexual: consiste na imposição de atos de ordem sexual contra a vontade da mulher, inclusive, a violação conjugal.



Quanto à violência física e sexual nós concordamos inteiramente que elas jamais devem acontecer e quem violentar fisicamente ou sexualmente alguma mulher, deve ser punido por isso. Mas, quanto à questão da violência emocional eu sou obrigado a discordar integralmente dessa idéia. Ninguém pode afirmar com segurança científica o que é e o que não é violência emocional. Se nós aceitassemos a noção de que as mulheres devem ser protegidas da violência emocional, isso implicaria em uma sociedade na qual a mulher poderia fazer qualquer atrocidade; mas jamais poderia ser criticada ou repreendida, já que tal repreensão poderia ser interpretada como uma "violência emocional" contra a mulher.
Além do mais, a sociedade não protege os homens da violência emocional que as mulheres praticam contra eles. Então, por que a sociedade haveria de proteger as mulheres da suposta "violência emocional" dos homens? A sociedade moderna é profundamente desfavorável aos homens. Enquanto que nenhuma forma de violência contra a mulher é aceita; a violência contra o homem é incentivada e estimulada. Os homens são as principais vitimas e o alvo constante da violência emocional e psicológica. A violência sexual contra os homens é ridicularizada e geralmente não é punida. A violência física contra os homens é incentivada e as mulheres que praticam tal violência são geralmente elevadas à categoria de heroínas do movimento feminista, ficando absolutamente impunes. Enquanto que o menor olho roxo em uma mulher, mesmo que tenha sido causado por ela mesma, já é o suficiente para ativar as Leis Maria da Penha e as Delegacias das Mulheres, trucidando qualquer homem; a mulher que mata e esquarteja o marido é vista pelas feministas como uma heroína e normalmente a mulher não é punida pelas agressões físicas que causem nos homens. Quanto à violência emocional, é óbvio e ululante que as mulheres são verdadeiras mestras natas na arte de provocar dor emocional nos homens. Os célebres joguinhos de atrair e afastar os namorados, os joguinhos de ciúmes são apenas a ponta do Iceberg dos truques femininos de provocar dor emocional profunda nos homens. Agora, tal habilidade está contando até mesmo com ajuda científica de feministas que escrevem livros que ensinam como as mulheres podem torturar emocionalmente seus maridos ou namorados. Infelizmente, as sociedades negam completamente a existência desse tipo de violência: a violência emocional, quando são os homens as principais vítimas dela. A violência emocional só existe, quando é uma mulher que é a suposta "vítima" e nesse caso, a interpretação de violência emocional é bastante ampla, abrangendo até mesmo a menor contrariedade que uma mulher descreva ser "vítima" como sendo suficiente para arruinar a vida de um homem desafeto. Os homens sempre foram treinados, em todas as épocas a não valorizarem seus próprios sentimentos e interesses. Desde a mais remota antiguidade, a sociedade sempre impôs aos homens o sacrificio, o sofrimento, o dever, a abnegação em prol da defesa da comunidade e da família. Dos homens sempre se exigiu que trabalhassem para sustentar a familia, que dessem a sua vida nas guerras para defender o país. Das mulheres jamais foi exigido nada, nem remotamente parecido com isso. Elas só tinham que ser mulheres, boas mães e esposas e pronto. Isso já bastava a elas. Enquanto os homens precisavam e ainda precisam se sacrificar para provar o seu valor como homens. E apesar de nunca ter havido a igualdade de deveres entre homens e mulheres; o feminismo sempre defendeu a idéia de que a desigualdade de direitos entre ambos era uma "injustiça". Defendeu isso durante um tempo, porque agora o feminismo não defende mais essa idéia. Agora, o feminismo abandonou completamente a noção de "igualdade de direitos" entre homens e mulheres, já que as mulheres tem mais direitos do que os homens hoje em dia; embora tenham muito menos deveres do que eles. Não, o feminismo moderno agora busca a supremacia feminina em todos os setores da sociedade. O feminismo procura privilégios para as mulheres em todas as áreas e não direitos iguais com os homens. Se o objetivo do feminismo realmente fossem os "direitos iguais", então por que as feministas estão mais ativas e militantes do que nunca hoje em dia? Apesar de os "direitos iguais" já terem sido alcançados desde antes da Constituição de 1988? A própria existência e militância ativa do movimento feminista prova que elas não buscam a igualdade; mas sim a supremacia sobre os homens, porque hoje em dia as mulheres já tem mais direitos e privilégios do que os homens. Quando um alpinista chega no pico da montanha, ele para de escalar, para de continuar subindo. Aprecia a vista e depois começa a descer a montanha. Então, por que o feminismo continua com sua escalada e sua busca por "mais direitos" se a igualdade de direitos com os homens já foi alcançada? Pense nisso.