Pedagogia do Sofrimento: as feministas precisam sofrer

16/08/2013 18:19

Pedagogia do Sofrimento: as feministas precisam sofrer

 

O que motiva o Feminismo e as feministas é uma profunda aversão ao sofrimento. Elas querem jogar todas as responsabilidades, dores e sofrimentos do mundo nas costas dos homens, ficando para as mulheres apenas o prazer, a diversão e o dinheiro fácil que elas extorquiram e roubaram dos homens. Mas o sofrimento não é ruim; ele é bom e pedagógico. As mulheres modernas se tornaram tiranas feministas porque elas nunca sofreram de verdade. Nós precisamos fazer as feministas sofrerem, precisamos retirar todo o dinheiro e poder que elas conquistaram e atormentá-las com todos os padecimentos da alma. As feministas perderam a sua humanidade por falta de sofrimento. Mas não devemos fazê-las sofrer fisicamente, pois elas usariam os olhos roxos para se fazerem de vítimas e mandarem prender os homens. O sofrimento que devemos causar nas feministas é de natureza psicológica. Devemos retirar delas todo o prazer que elas têm na vida, todas as facilidades e privilégios. Precisamos fazer com que elas vejam o quanto elas nos repugnam e o quanto nós as detestamos. Jamais elas devem ser elogiadas; mas somente criticadas. Não devemos dar a elas o prazer da nossa amizade ou companhia. Precisamos rejeitá-las, humilhá-las. As naturais inseguranças femininas devem ser exacerbadas, a beleza delas deve ser ridicularizada, a feiúra delas deve ser ressaltada. Precisamos fazê-las se curvarem com o peso de inúmeros medos, precisamos fragilizá-las com o pesado fardo da insegurança, torná-las apavoradas com o fantasma do pânico, desesperadas e solitárias.
Precisamos tirar do rosto das feministas o sorriso e a capacidade de sonhar: o sorriso delas deve dar lugar ao pranto, os medos e paranóias feministas precisam aflorar e adquirir um tamanho desproporcional. Temos que fazer com que a vida seja um fardo insuportável para as feministas.
Devemos fazer com que as feministas se sintam tristes, solitárias, desarmadas, humilhadas, indefesas e infelizes. Elas devem ficar perdidas, sem voz, sem direção, as lágrimas devem brotar de seus rostos constantemente e nada deve confortá-las, nem consolá-las. Ninguém deve nem sequer tentar entendê-las e muito menos entender as dores delas. As feministas devem sofrer.
Precisamos instalar o medo e o pânico na mente das feministas. O desespero deve invadir a sua alma e torná-las incapazes de sorrir, de sonhar, de viver, de trabalhar, de sair e até de crer. As feministas devem sofrer.
Temos que ferir as feministas na alma, na mente, onde ninguém mais poderá ver a lesão e jamais poderemos ser culpados ou acusados de algo por elas. Pegaremos a lei Maria da Penha e a domaremos pelos seus chifres.
A dor que nós devemos provocar nas mulheres feministas é emocional e não física. Não pode haver sangue, nem olhos roxos, pois são com essas maquilagens que as mulheres conseguem se fazer de vítimas e usar o sistema judicial e policial contra os homens. Se as superarmos no campo em que elas são especialistas: o de provocar dor emocional, nós as derrotaremos definitivamente.
A dor da alma é tão forte e provoca tanto sofrimento quanto à dor do corpo e ainda é dilatada pela incompreensão das outras pessoas, inclusive da própria família. Alguns poderiam objetar que fazer as mulheres sofrerem é errado, porque essas pessoas acreditam que todo sofrimento é ruim. A estes eu respondo que nós só fazemos sofrer, porque as feministas não nos deram nenhuma outra escolha e estão fazendo muito pior conosco atualmente. Precisamos fazer as mulheres sofrerem, porque elas perderam a própria humanidade graças ao vício do prazer e da putaria. Hoje em dia as mulheres se tornaram cínicas, vulgares, depravadas, promíscuas, tirânicas, cruéis, gananciosas, inescrupulosas, desumanas, assassinas. Em outras palavras: as mulheres modernas se tornaram feministas. O pai que bate no filho para que ele não atravesse a rua sem olhar para os lados, não faz isso porque odeia o seu filho; mas sim porque o ama e quer salvá-lo. Precisamos corrigir o mau comportamento das mulheres que caíram no lodo do feminismo; mas as mulheres que voluntariamente renunciaram ao feminismo, ou são genuinamente religiosas, essas nós devemos tratar com todo amor, carinho, respeito e mimos. Basicamente, o que devemos fazer é o método prazer-dor: Temos que provocar dor emocional (e não física!) nas mulheres feministas, nas mulheres que se comportam e agem mal. Mas também devemos recompensar com prazer e tratar bem, com mimos e paparicação as mulheres honestas e decentes que renunciaram ao feminismo por vontade própria. As mulheres feministas modernas se tornaram bestas, se tornaram verdadeiros animais assassinos, porcas repugnantes e assassinas de bebês. A mulher feminista moderna não é mais um ser humano. O feminismo transformou as mulheres em animais na forma humana. Precisamos fazê-las sofrer e sentir dor emocional até que elas renunciem ao culto excessivo do sistema límbico de seus cérebros e voltem a usar a razão, e recuperem a sua humanidade perdida. As mulheres feministas são escravas de seus sistemas límbicos primitivos, de suas emoções, sentimentos e fantasias. Se as únicas emoções que as feministas sentirem forem sensações de medo, terror, pânico, dor, humilhação, logo elas perceberão a desvantagem de serem escravas de suas próprias emoções e voltarão a usar o córtex cerebral, a razão e voltarão a ser decentes e dignas. Mas esse é um trabalho que deveremos fazer em duas frentes: individualmente e coletivamente. No campo individual, precisamos fazer as mulheres sofrerem, para educá-las a recuperarem a sua humanidade, a sua doçura e sua bondade. No campo coletivo, precisamos combater o feminismo, que transforma as mulheres em demônios perversos e bestas selvagens.
Precisamos agredí-las APENAS VERBALMENTE mas com um aspecto de estar fazendo o bem ou de não saber que está agredindo. Até o silêncio pode ser uma agressão forte o bastante, dependendo da circunstância. Isso ocorre quando algum comentário, uma posição ou opinião é avidamente esperado pela mulher e o homem, por sua vez, se fecha num silêncio sepulcral. A tática do silêncio como punição para a mulher feminista é muito eficaz, porque você fica com as "mãos limpas", sendo politicamente correto, afinal, você não fez nada, apenas estava caladinho no seu canto. Dependendo das circunstâncias e do tom como as coisas são ditas, até um simples “acho que você precisa voltar ao seu psiquiatra” é ofensivo ao extremo, assim como um conselho falsamente fraterno, do tipo “não fique nervosa e não se descontrole”.
Você precisa estabelecer com a mulher feminista um padrão de comunicação, verbal ou não, que provoque nela sofrimento psicológico. No entanto, não tente fazer isso contra uma feminista militante; contra essas, a melhor estratégia é o silêncio. Deixe que ela vomite seu ódio de gênero e não se rebaixe respondendo aos cacarejos dela. A tática de usar comunicação verbal e não-verbal para provocar sofrimento psíquico em uma mulher feminista deve ser usada, quando a sua namorada ou esposa for uma feminista e você quiser corrigi-la. E se você está em um relacionamento com uma feminista militante, TERMINE A RELAÇÃO IMEDIATAMENTE E FIQUE LONGE DESSA MULHER. Jamais cometa o erro de acreditar que você pode converter uma feminista radical. Pense no seguinte: Nem Deus, o Todo Poderoso, conseguiu convencer Lúcifer, um anjo-demônio, a ser bonzinho. O que é que te faz pensar que você, um reles mortal, vai convencer uma feminista radical, (que é mil vezes mais burra e maligna do que Lúcifer) a abandonar a doutrina diabólica que pretenda dar poderes absolutos para ela? As mulheres que podem ser convencidas a abandonar o feminismo, são as mulheres normais, as católicas, protestantes, ou mulheres comuns, que foram influenciadas por algumas idéias do feminismo; mas não são militantes fanáticas do feminismo.
Outras técnicas que podem funcionar muito bem pra causar sofrimento psicológico nas mulheres feministas são: rejeição, depreciação, discriminação, humilhação, desrespeito e punições exageradas.
Mais uma técnica muito útil para causarmos sofrimento psicológico na mulher feminista é fazer com que ela se sinta inferior, dependente, culpada ou omissa. A mais virulenta atitude com esse objetivo é quando você faz tudo corretamente, impecavelmente certinho, não com o propósito de ensinar, mas para mostrar à mulher feminista o tamanho da incompetência dela.
O objetivo sempre deve ser provocar na feminista emoções desagradáveis. Medo, humilhação, culpa, ódio, insegurança.
Lembre-se sempre de que você deve fazer a mulher feminista sofrer apenas na mente dela, nos sentimentos dela. JAMAIS AGRIDA FISICAMENTE UMA MULHER, SENÃO ELA VAI ARRUINAR A SUA VIDA. Quando você for punir a feminista, não pode haver contato físico entre você e ela, tudo o que você está autorizado a usar contra ela é o seu próprio silêncio, e criticas e ofensas verbais contra ela, deboche, e, por fim, o término da relação se ela não se submeter. 
Algumas emoções negativas que você pode facilmente despertar em qualquer mulher feminista: o medo de ficar sozinha, medo de ser traída e trocada por uma mulher melhor, mais jovem e mais bonita, medo de rejeição da familia dela e da sociedade, se todos descobrirem a puta safada que ela é, medo de envelhecer, medo de engordar e ficar feia, medo de bunda e peitos caídos. Compare os peitos murchos da mulher a um funil ou a uma biruta de aeroporto em dia de calmaria. Sempre em tom de "piadinha sem maldade", ressalte a malha viária que são as celulites dela, as gorduras localizadas também são uma fonte ótima para provocar dor emocional em mulheres feministas.
Outra boa fonte de sofrimento para causarmos nas mulheres feministas, se relaciona ao instinto de competição que toda mulher tem para com as outras. Precisamos fazer vê-la que dentre as mulheres, ela é a mais defeituosa, mais feia, mais gorda, menos engraçada, menos inteligente, menos competente. E é muito fácil fazer qualquer mulher se sentir assim, até mesmo se você estiver namorando com uma Top Model. Mulheres lindas têm um profundo complexo de inferioridade com relação à própria inteligência e às próprias qualidades morais e espirituais. E em quase todos os casos, elas estão certas em se sentirem burras e moralmente depravadas, porque é isso que elas são. Por esse motivo, mulheres muito bonitas são tão facilmente seduzidas por qualquer homem feio que finja ver qualidades morais e espirituais nelas. Mas a nossa missão não é levar a top model para a cama; mas sim, arruinar com a auto-estima dela, fazer com que ela sofra psicologicamente, se ela for feminista. Se ela for uma mulher não-feminista, eu insisto que mesmo com todos os defeitos e contradições inerentes à todas as mulheres, se a mulher conscientemente rejeitar o feminismo, nós devemos recompensá-las e mimá-las, tratá-las bem. Nenhum elogio será o bastante para recompensar uma mulher que rejeite o feminismo, porque essa é uma mulher de virtudes morais, que conscientemente abriu mão de uma ideologia que visa dar poder a ela, porque ela considera errado adquirir poder que não lhe compete.
O ciúme também é uma boa emoção para nos vingarmos das feministas. Se uma mulher, ou sua namorada ou esposa está te perturbando demais com ladainhas feministas, seduza e transe com a melhor amiga dela e faça com que ela saiba disso. Se você teve o grande azar de namorar uma feminista, essa pode ser uma boa vingança; mas tome cuidado, porque uma feminista militante é uma mulher rancorosa, maldosa, inescrupulosa e cheia de ódio e se você humilhá-la demais, ela vai mentir para Deus e o mundo só para se vingar de você, envolvendo família, judiciário, policia e o que mais o capeta sugerir à imaginação dela, só para te prejudicar. Por isso, eu realmente recomendo que todo homem fuja e fique longe de feministas militantes ou de mulheres muito feministas.
Outra boa idéia para fazer uma feminista sofrer, se relaciona com o desejo sádico que todas as mulheres têm, de ver um homem sofrendo por amor a elas. Quando elas rejeitam um homem e sabem que o homem está sofrendo por amor a elas, as mulheres se sentem no paraíso. Elas pensam: "Eu sou desejada e rejeitei um homem. Como sou feliz por ser tão gostosa assim.". Não dê a mulher nenhuma esse prazer. Arrume outra no máximo no dia seguinte. As mulheres são sentimentalmente egoístas, a única coisa que importa para elas são os sentimentos DELAS. Elas consideram "certo" apenas as coisas que provoquem nelas boas sensações, e consideram "errado" qualquer coisa que provoque sofrimento ou sensações desagradáveis nelas. O problema é que nem sempre, as sensações agradáveis estão relacionadas com o que é certo. Por isso, uma mulher pode achar perfeitamente correto matar o marido para ficar com a herança e viver na farra com o amante, porque essa idéia faz ela ter sensações agradáveis de prazer e felicidade. Na cabeça dela, matar o marido para roubar o dinheiro dele é certo, porque essa idéia provoca boas emoções de prazer nela. Mas para um homem, esse ato é errado e até um assassino homem sabe que o que fez é errado e moralmente reprovável. A diferença é que o homem sabe que é errado e escolhe fazer o errado mesmo assim. A mulher vê algo errado, se convence de que é certo e faz com a consciência mais tranquila do mundo qualquer atrocidade e ainda tem a cara de pau de denegrir a memória do marido morto, como aquela mulher do caso Yoki, que matou o marido, esquartejou-o e depois foi fazer compras num shopping e agora a imprensa, as feministas e todo mundo diz que ela é uma vítima do patriarcado.
O egoísmo sentimental as possui e as impele a satisfazer constantemente a necessidade de saber que sofremos. Quando não conseguem detectar nos parceiros indícios de sofrimento emocional, ficam tristes e dizem para si mesmas: "Ele já não sofre mais por mim, devo estar ficando desinteressante e pouco atraente etc". Comprazem-se em ver-nos sofrer com a raiva, irritação, ciúmes, saudade, tristeza, falta, apego, confusão, dúvida etc. Esta mesma necessidade é que as fulmina de volta quando se deparam com um homem refratário pois este não permite que sejam satisfeitas. Como o desejo sádico de comprovar nosso sofrimento emocional é muito forte, o mesmo se tranforma em um parasita interno que as traga vivas quando não é satisfeito pois a dor da insatisfação é proporcional à intensidade do desejo.
Portanto, o parceiro refratário irá ferí-las nos sentimentos uma primeira vez ao recusar-se a sofrer com a paixão e uma segunda vez ao castigá-las com suas próprias atitudes. Se ainda assim o problema não for resolvido, não restará outra alternativa além de abandoná-la.
Há casos extremos de fêmeas altamente histéricas e indomáveis que nos desafiam a agredí-las fisicamente. Em tais casos não há alternativas além de abandoná-las definitivamente.
Pouquíssimos machos conseguem lidar com o vício feminino da provocação. A maioria se desespera e sucumbe pois o aprendizado é difícil, demorado e doloroso. Os fracos gritam, agridem, insultam e perdem a guerra.
Os machos são fortes física e intelectualmente porém são emocionalmente débeis. A debilidade emocional provoca derrotas nas guerras da paixão. A maior inteligência emocional das mulheres afronta as forças física e intelectual dos homens e as vence, derrubando-os. É este o motivo pelo qual aqueles que resistem às influências no nível emocional se tornam invulneráveis.
A mente feminina tem dificuldades em diferenciar a bondade da fraqueza, bem como a crueldade da força. Tal confusão as leva a não se sentirem seguras na companhia dos democráticos e bondosos. Entretanto, existem homens bons e fortes, assim como cruéis e débeis. Portanto, a preferência pelos piores se fundamenta em um equívoco. E este equívoco resulta de mais um vício: a superficialidade nos julgamentos.

Vejam abaixo um texto excelente que trata sobre a importância pedagógica do sofrimento:
 

Pedagogia do Sofrimento


“Jesus sempre tem um olhar diferente do nosso. Nós temos a tendência ao pessimismo imediatista, mas Jesus nos eleva para lugares mais altos para que possamos enxergar mais adiante.”



É árdua a tentativa de encarar o sofrimento com serenidade, seja ele de ordem psíquica, física ou espiritual, porém a tentativa já é um começo. Tenho tentado refletir sobre o assunto “sofrimento”, mas não sob uma ótica de meras dores estéreis, mas tenho tentado olhar para alguns episódios sob a hermenêutica do aprendizado, ou como alguns chamam, a “pedagogia do sofrimento”.
“A Cruz é uma escola”, disse, Santo Agostinho em um de seus sermões, e é explícita a intenção deste Doutor da Igreja em correlacionar sofrimento com aprendizado.
O que percebo, é que na grande maioria das vezes, a pessoa que sofre, por algum tempo, é acometido por algum tipo de inércia, que o torna paralítico diante de acontecimentos que geram algum tipo de dor ou algo que agrida de alguma forma seu “universo”, e em muitas destas ocasiões não há opções satisfatórias se não sofrer!
O que tenho a impressão (quase uma certeza), é que Deus, na sua infinita e insondável sabedoria, permite que em algumas ocasiões, nós tomemos uma via errada, mas que sob seu controle, em algum momento retornaríamos à via certa, isto para que durante a passagem pela via errada, aprendamos com os tropeções e feridas, que aquela via não é a correta.
Parece um raciocínio simples; sim, é bem simples, porém, o olhar de quem protagoniza o sofrimento é prejudicado pelo desespero, que não raro, assola quem vive a situação.
Sim, coisas belas podem surgir do sofrimento. O catecismo da Igreja católica aborda o sofrimento, com afirmação semelhante à exposta acima:
“A enfermidade pode levar a pessoa à angústia, a fechar-se sobre si mesma e, às vezes, ao desespero e à revolta contra Deus. Mas também pode tornar a pessoa mais madura, ajudá-la a discernir em sua vida o que não é essencial, para voltar-se àquilo que é essencial. Não raro, a doença provoca uma busca de Deus, um retorno a Ele.” (CIC 1501).



O Cristianismo é rico em exemplos de homens e mulheres que souberam extrair de seus sofrimentos o mais belo do relacionamento com Deus, como os Santos Mártires, que viram nos sofrimentos que os aguardavam nos dentes das feras, um ponte direta para o coração de Jesus. Conta-se que Santo Irineu de Lyon, quando era conduzido para seu martírio, escrevia cartas às Igrejas constituídas no oriente, e que numa dessas cartas, clamava aos seus irmãos que não o impedissem de nascer para Cristo, pelo seu martírio. Eles souberam encontrar no sofrimento um tesouro, uma forma de desenvolver intimidade com Cristo, que além de ser nosso Senhor, é ícone maior do sofrimento humano, mesmo entre os não cristãos.
Mas se há aprendizado e algo de bom no sofrimento, por que fugimos do sofrimento? Por que esta repulsa; esta negação para o sofrimento? São Máximo Confessor, diz que temos a tendência humanade fugir da dor e buscar o prazer, e segundo seus escritos esta fuga seria a origem de muitas de nossas faltas e pecados, pois no desespero, no intuito de fugir da dor, buscamos um prazer que não nos edifica, tampouco nos ensina algo proveitoso.
Eu tinha a mania de pedir a Deus, que me privasse dos meus sofrimentos, e em dado momento me conscientizei, que não era a privação dos sofrimentos que Deus queria para mim, mas sim que eu aprendesse algo de bom com o que me causava sofrimento. Gosto muito de uma frase de Santo Agostinho, que descreve o que penso sobre o sofrimento: “Deus não seria Deus, se de um mal, ele não tirasse um bem infinitamente maior!”
Uma lembrança simples, porém que sempre é luz para mim, é um episódio contado pela minha mãe; dizia ela, que ou eu ou meus irmãos (não me recordo quem) quando éramos bem pequenos, insistíamos em colocar os dedinhos curiosos numa tomada, e mesmo sendo chamados a atenção insistentemente por ela, a tentativa era recorrente. Em determinado momento, ela permitiu que os dedos “nervosos” fossem colocados na tomada. O resultado, é que um choque breve foi sentido pela ponta dos dedos, porém, foi o suficiente para causar choro e medo. Nunca mais colocamos dedos em tomadas.
Foi uma dor necessária, algo que precisava ocorrer para que ficasse de alguma forma gravado no íntimo, que aquela atitude errada e nociva causou sofrimento. É algo que está embutido na nossa genética; um instinto que mantém a espécie humana.
Devemos ter gravadas no coração, as Revelações da Sagrada Escritura a respeito do sofrimento, na qual São Paulo nos diz: “Se, pois, somos atribulados, é para vossa consolação e salvação. Se somos consolados, é para vossa consolação, a qual se efetua em vós pela paciência em tolerar os sofrimentos que nós mesmos suportamos.” (II Coríntios 1,6).
São Tiago nos mostra os frutos provenientes de saber suportar com o discernimento do espírito as provações: “Considerai que é suma alegria, meus irmãos, quando passais por diversas provações, sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência.” (Tiago 1,2-3)
São João Crisóstomo, um grande Doutor da Igreja, nos diz: “Quando o Senhor concede a alguém a graça de sofrer, faz-lhe um bem maior do que se lhe desse o poder de ressuscitar os mortos. Isto porque o homem que faz milagres se torna devedor de Deus, mas no sofrimento, Deus se torna devedor do Homem.”
Creio que é melhor saber lidar com o sofrimento que não sofrer. Precisamos olhar os acontecimentos do alto, e isto se faz possível se olharmos com o olhar de Jesus para as situações. Ele sempre tem um olhar diferente do nosso. Nós tendemos ao pessimismo imediatista, mas Jesus nos eleva para lugares mais altos para que possamos enxergar mais adiante. Por isso é muito difícil passar por momentos de tempestade, de tormentas, sem estar aliados à Jesus, que em todos os momentos, nos guia por caminhos mais seguros. Jesus nos ensina como sofrer de maneira fértil através dos Evangelhos e de Toda a Sagrada Escritura, o problema é que esta proposta é menos atrativa para o mundo de hoje. O mundo está mais atraído pela busca pelo prazer, como anestésico ou fuga da dor.
Uma família que passa por momentos de intenso sofrimento, teria uma luz forte e um caminho já sinalizado, se olhassem pelo menos rapidamente para Jesus. Suportar os espinhos da vida cotidiana, ao lado de quem suportou os espinhos dos pecados de toda a humanidade, parece-me a opção mais sensata e produtiva. Ele passou por isso, logo pode nos ensinar como.

PAX CHRISTI
Diogo Pitta

Fonte: http://coracaocristao.blogspot.com.br/2011/07/pedagogia-do-sofrimento.html