Como convencer qualquer um a acreditar no que você quiser que ela acredite

 

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Conteúdo

Como fazer as pessoas adotarem o seu ponto de vista em 12 passos. 3

As 12 maneiras de conquistar as pessoas para o seu modo de pensar. 5

Como convencer qualquer um a fazer aquilo que você quer. 5

Como convencer alguém a acreditar em qualquer coisa. 11

Quer que alguém colabore? Faça ele se sentir envergonhado ou honrado. 13

Técnicas de persuasão e lavagem cerebral utilizadas pelas igrejas. 15

Como convencer alguém a acreditar em qualquer coisa. 18

Truques e segredos cruéis para uma mulher manipular um homem.. 20

10 técnicas comuns usadas para manipular a opinião pública – Engenharia Social e suas armadilhas  23

 

 

 

 

 

 

 

 

Como fazer as pessoas adotarem o seu ponto de vista em 12 passos

Publicado em 15 de fevereiro de 2011

Você já pensou em dominar o poder de fazer as pessoas próximas adotarem o seu ponto de vista? O que você faria se pudesse convencer qualquer pessoa a fazer aquilo que você quisesse? Pense nas implicações que isso traria para o seu dinheiro, seu trabalho e os seus relacionamentos.

O pesquisador americano Dale Carnegie foi fundo nesse tema e, depois de muita pesquisa, selecionou doze maneiras de conquistar as pessoas para o seu modo de pensar. Algumas regras são claras, mas outras são extremamente estratégicas.

O primeiro passo ensinado é que, embora a outra pessoa tenha um ponto de vista diferente do seu (do contrário você não estaria querendo fazê-la mudar de opinião), você nunca deve entrar em uma discussão. E por quê não? Por que você nunca pode vencer uma discussão sem ferir a pessoa que você venceu. Dessa forma, ela não vai adotar o seu ponto de vista.

Sendo assim, respeite a opinião alheia e nunca diga diretamente a uma pessoa que ela está errada. Quanto mais você insistir que ela está errada, mais ela passará a defender ferrenhamente o ponto de vista dela. Procure honestamente ver as coisas pelo ponto de vista alheio, tendo consciência de que você próprio, se estivesse sob as mesmas condições e sob a mesma formação educacional, estaria provavelmente pensando da mesma forma.

O quatro ponto a ser observado é que você reconheça as próprias falhas na sua argumentação. Se você diz algo como “essa idéia pode parecer meio boba mas não tive uma melhor”, a pessoa com quem você argumenta já pode olhar com outros olhos, tendo piedade. Isso não ocorrerá se você chegar certo e seguro de si sobre a melhor idéia do mundo, o que pode deixar o interlocutor com inveja.

 

Uma outra tática muito eficiente é sempre começar a conversa de um modo amistoso. Procure elogiar a pessoa e observe as qualidades do ponto de vista dela para unir com as qualidades do ponto de vista que você quer que a pessoa passe a adotar.

O filósofo grego Sócrates tinha grande destreza nessa área ao fazer com que as pessoas dissessem “sim” o mais cedo possível em uma argumentação. Faça perguntas que não deixe ao interlocutor outra opção que não seja dizer “sim”. Cada “sim” que ele disser, estará mais próximo de adotar o seu ponto de vista.

Mesmo sendo você que quer fazer a outra pessoa mudar de idéia, não deixe isso claro. Na verdade, a outra pessoa deve falar durante a maior parte da conversa. Seja um ouvinte atento e faça perguntas que a estimulem a falar bastante.

Delicadamente, vá direcionando a pessoa a pensar que a sua idéia é, na verdade, idéia dela. Assim ela irá defendê-la com mais veemência até do que você próprio. É preciso ter cuidado nessa estratégia, para não parecer manipulador em demasia.

A cada ponto em que as idéias da pessoa se aproximarem das suas, mostre-se simpático a elas e ao desejo alheio. Você tem que se colocar no lugar do seu interlocutor para fazê-lo passar para o seu lado.

A décima regra diz para você apelar para os mais nobres motivos. Todo mundo se tem em alta conta, gosta de ser correto e nobre na sua própria avaliação. Aqui entram frases-chaves como “Acredito que você é um homem justo, então vai fazer…” ou “Sei que você é uma pessoa de palavra, então vai cumprir com o nosso acordo…”.

A penúltima dica diz respeito a aprender com os grandes convencedores da humanidade: os publicitários. Dramatize as suas idéias, exemplifique como elas serão úteis para a pessoa (e não para você). Lembre-se que, para a pessoa ao lado, uma simples dor de dente incomoda mais do que toda a fome na África. Para ela querer fazer o que você quer, você precisa convencê-la de que isso será importante para ela (e não para você).

Se essas 11 dicas não tiverem ainda funcionado completamente, lance um desafio. Faça a pessoa ao menos experimentar a sua idéia por um período curto de tempo. Estimule a competição. Todos nós temos o desejo de vencer, de sobrepujar, de se sobressair. Use isso a seu favor.

As 12 maneiras de conquistar as pessoas para o seu modo de pensar

  1. A única maneira de ganhar uma discussão é evitando-a
  2. Respeite a opinião dos outros, nunca diga: “Você está enganado”
  3. Se estiver errado, reconheça o seu erro rápida e enfaticamente
  4. Comece de maneira amigável
  5. Consiga que a outra pessoa diga “sim, sim” imediatamente
  6. Deixe a outra pessoa falar durante boa parte da conversa
  7. Deixe que a outra pessoa sinta que idéia é dela
  8. Procure honestamente ver as coisas do ponto de vista da outra pessoa
  9. Seja receptivo às idéias e desejos da outra pessoa
  10. Apele para os mais nobres motivos
  11. Dramatize as suas idéias
  12. Lance um desafio

 

 

Como convencer qualquer um a fazer aquilo que você quer

Tutorial Estratégias para convencer qualquer um a fazer aquilo que você quer
Conheça a ciência da persuasão e aprenda estratégias para convencer qualquer um a fazer aquilo que você quer....




EFEITO CAMALEÃO

Assim como o réptil, os humanos são capazes de mudar radicalmente. A diferença é que não estamos falando de aparências, e sim do que se passa em nossas caixas cranianas. Conheça a ciência da persuasão e aprenda estratégias para convencer qualquer um a fazer aquilo que você quer
Bajule seu chefe até conseguir um aumento, arranje alguém para sustentar seu ponto de vista ou convença o sujeito com quem você divide sua casa de que é a vez de ele colocar o lixo para fora. Fazer com que as pessoas façam o que você quer pode ser bem útil. Afinal, a persuasão é a chave mestra de toda a interação humana, do marketing político às relações com amigos, família e colegas de trabalho. “Trata-se da forma mais básica de interação social”, diz Eric Knowles, professor emérito de psicologia da Universidade do Arkansas (EUA). “É o caminho que tomamos para formarmos um consenso, um propósito comum”, afirma.
Infelizmente, convencer alguém a pensar como você é extremamente difícil. Mas, quando as técnicas para tanto são bem utilizadas, fica quase impossível resistir ao ataque. Exatamente por isso, os psicólogos são fascinados pelo poder da persuasão. Há tempos eles tentam entender e descobrir por que algumas pessoas conseguem ser mais persuasivas e por que certas estratégias funcionam muito mais do que outras.
Para aqueles que não desejam ser persuadidos, também há boas lições nas páginas a seguir. Conhecer as artimanhas que alguns conquistadores – pense nos melhores publicitários do planeta, por exemplo – adotam pode ajudar você a não ser enganado mais uma vez.
1>>>IMITE SEU OPONENTE
Aviso importante: este pode ser um dos comportamentos mais irritantes já imaginados quando você é a vítima. O melhor a fazer é usá-lo: imite sutilmente o jeito de quem você está tentando convencer. Seus movimentos de cabeça, seus gestos, sua postura e por aí vai.
William Maddux, pesquisador da Insead (escola de administração francesa), realizou dois experimentos para investigar os efeitos da imitação em 166 estudantes. Um dos estudos envolveu a negociação entre dois candidatos a um emprego e seus entrevistadores. Já o segundo era protagonizado por vendedores e compradores. Em ambos, o resultado das negociações foi melhor para os supostos persuasores quando eles empregavam a técnica da imitação. No experimento entre vendedores e compradores, por exemplo, 67% dos vendedores que imitaram seus alvos fecharam negócio, contra 12,5% dos que não o fizeram.
Já o pesquisador Robin Tanner, da Universidade de Duke (EUA), pediu a estudantes que analisassem um novo refrigerante com representantes da indústria que o criou (bebida e profissionais eram de mentira, mas os alunos não sabiam). Metade dos representantes imitaram o comportamento físico e verbal de metade dos estudantes com quem falaram.
Esses profissionais “camaleônicos” obtiveram opiniões mais positivas sobre o refrigerante, e os voluntários que eles imitaram consumiram mais do produto durante a conversa. “Nosso estudo é o primeiro a mostrar que a imitação pode turbinar o poder de persuasão em interações interpessoais”, diz Tanner. De fato, quem foi imitado se sentiu especialmente favorável em relação à bebida e às suas chances no mercado de trabalho.
No entanto, é possivel que os representantes do grupo de “não imitação” tenham recorrido a ela subconscientemente. Jeremy Bailenson e Nick Yee, da Universidade de Stanford (EUA), convenceram-se disso ao usar avatares (seres digitais que simulam humanos, como no Second Life) em um experimento de realidade virtual. Eles pediram a 61 alunos que observassem um avatar argumentando que os estudantes deveriam carregar uma carteira de identidade o tempo todo. Uma proposta não muito popular. Para um grupo, o avatar foi programado a se mover de forma natural. Para o outro, os computadores seguiram o movimento das cabeças dos alunos, o qual foi imitado depois de um espaço de tempo de 4 segundos – estudos sugerem que um intervalo de 2 a 4 segundos é ideal. Os estudantes imitados ficaram mais propensos a aceitar a proposta.
Mas previna-se: a imitação pode ser usada contra o imitador quando percebida. Ou, no mínimo, causar constrangimento. Para usá-la à perfeição é necessário ser sutil, usar os intervalos de tempo com sabedoria e jogar a toalha na hora certa. Se há a menor chance de ser descoberto, pare imediatamente.

2>>>RESSALTE O LADO RUIM
Se você quiser convencer alguém a apoiar o seu ponto de vista, tente a tática preferida dos marqueteiros políticos: o enquadramento. “A técnica leva as pessoas a pensarem sobre um assunto ou opinião de uma forma que seja vantajosa para você. Veja o exemplo dos políticos que criticam o imposto sobre herança nos Estados Unidos. Eles preferem chamá-lo de ‘imposto sobre morte’, não por acaso”, diz George Bizer, pesquisador do Union College (EUA). Como o enquadramento é uma tática elementar em campanhas eleitorais, Bizer foi investigar se os eleitores eram mais ou menos suscetíveis a mudar suas opiniões quando solicitados que as enquadrassem de formas diferentes.
Ele pediu a 69 voluntários que lessem um artigo sobre as opiniões e propostas políticas de dois canditatos fictícios (Chris, um dos canditatos, era liberal, enquanto Rick era conservador). Metade dos participantes deveria escolher uma das seguintes afirmações: “eu apoio Rick” ou “eu sou contra Rick”. A outra metade fez o mesmo sobre Chris. Os participantes também classificaram sua preferência pelos dois candidatos em uma tabela que ia de “apóio fortemente” a “me oponho firmemente”.

Depois eles leram outro artigo, desta vez com argumentos contra os méritos de seu candidato preferido, e tiveram de reavaliar suas opiniões. No geral, quem expressou preferência por um candidato opondo-se ao outro foi menos propenso a mudar de opinião. “Uma simples mudança de enquadramento, que levou as pessoas a pensar em termos de oposição em vez de apoio, gerou opiniões mais fortes e mais resistentes”, diz Bizer.
Resumindo, tais descobertas sugerem que a informação negativa tem influência mais poderosa do que as mensagens positivas. Logo, se você quiser convencer alguém dividido entre duas opções, seja negativo quando falar algo a respeito daquela que você não quer que ele escolha.

3>>>MENOS É MAIS
Na maioria das batalhas, estar em maior número que seu oponente lhe dará a vitória. Portanto, o senso comum poderia levar a crer que você será mais persuasivo se tiver mais argumentos na manga. Mas as evidências mostram exatamente o contrário. Uma série de estudos revelou que, quanto mais razões alguém tem de elencar para apoiar uma idéia, menos valor cada uma delas terá. Pedir que as pessoas “pensem em todas as razões que fazem dessa uma boa idéia” pode servir para que seus opositores solidifiquem ainda mais suas posições contrárias.
Zakary Tormala e Richard Petty, da Universidade Estadual de Ohio (EUA), juntamente com Pablo Briñol, da Universidade Autônoma de Madri (Espanha), demonstraram esse efeito em 2002. Os pesquisadores disseram a 59 universitários que havia um plano para a introdução de novas provas em seus cursos, uma possibilidade nada bem-vinda. Depois eles pediram que metade dos alunos apontasse dois defeitos da proposta. Já a outra metade deveria escolher oito maus motivos para sua aplicação. Na média, os alunos que forneceram apenas dois argumentos contra um maior número de provas foram mais convincentes do que o outro grupo.
Tormala e seus colegas argumentam que a facilidade com que conseguimos somar pensamentos afeta nossa confiança. Segundo ele, geralmente é mais fácil pensarmos em duas razões para acreditarmos em algo do que em oito. Essa descoberta tem implicações práticas bem claras. “Se você quiser persuadir alguém fazendo-o pensar positivamente sobre a sua mensagem, idéia, produto ou seja lá o que for, apresente apenas no máximo três idéias positivas. Tudo fica mais fácil e você conquistará a confiança de qualquer um”, diz Tormala.
Da mesma maneira, da próxima vez em que você estiver no meio de uma discussão, evite a tentação de soltar a velha frase “me dê apenas uma boa razão…”. Dessa forma, você corre o sério risco de reforçar a idéia de seu adversário.

4>>>NÃO VACILE NO DISCURSO
Era tarde da noite quando Kurt ouviu uma batida na porta de sua casa. Era Paul, um vizinho que acabara de se mudar. Kurt nunca havia visto o sujeito. Paul não parava de falar, sem hesitação, relatando um problema com a falta de gasolina de seu caminhão. Ele precisava de US$ 20 emprestados, que, claro, devolveria na manhã seguinte. Kurt caiu na história. E depois não conseguiu parar de se penalizar. Paul (é óbvio que seu nome verdadeiro não é esse) era um mestre na arte de enganar pessoas. Sua vítima ficou sabendo depois que mais quatro pessoas de sua rua tinham caído no mesmo golpe.
Não deveríamos ficar tão surpresos quando situações como essa acontecem. A verdade é que o poder de persuadir alguém tem tanto a ver com como você fala quanto com o que você fala. E quanto menos tempo você dá para seu interlocutor pensar o que ele está ouvindo, mais o seu estilo importa. Essas as descobertas de dois professores de marketing que decidiram testar estilo e substância em experimentos distintos.
John Sparks, da Universidade de Dayton (EUA), e Charles Areni, da Universidade de Sydney (Austrália), conheciam estudos anteriores feitos com base em transcrições de julgamentos, nos quais os pesquisadores relacionaram certos tipos de discurso com falta de credibilidade. Em particular, eles descobriram que expressões hesitantes como “quero dizer”, “você sabe” e “não é?” reduzem a força de quem está falando. Mas ninguém avaliou a relação exata entre estilo e conteúdo.
Os pesquisadores pediram que 118 alunos lessem o testemunho fictício de alguém que avaliou as funcionalidades de um scanner de computador. Em uma versão, o narrador usou interjeições como “quero dizer” e “humm”. Na outra, o discurso estava sólido. Metade dos alunos tinham tempo suficiente para ler o texto, enquanto os outros só tiveram 20 segundos. Os pesquisadores queriam saber se, limitando o entendimento do conteúdo, o nível de persuasão seria alterado.
A conclusão é que o estilo foi fundamental nas duas versões do experimento. Quando o discurso hesitante foi usado, os voluntários não se convenceram com facilidade de que aquele era um bom scanner e que valia a pena comprá-lo – mesmo sabendo que o seu preço era mais baixo do que o do concorrente. Além disso, o estilo mostrou-se especialmente importante quando o tempo de leitura era limitado. “Se você não consegue prestar atenção ao que a pessoa está dizendo, acaba focando na forma que ela fala”, diz Sparks.

Eis a lição de nosso querido Paul, o malandro de boa lábia: se você quer ser persuasivo, não tropece em suas idéias, não pare para pensar no que está dizendo e não demonstre hesitação com suas palavras. E, claro, não dê tempo para seus ouvintes pensarem a respeito do que você está falando.

5>>>VENÇA PELO CANSAÇO
Fome é uma coisa poderosa, mas quantas vezes você devorou um lanchinho para se arrepender depois? Do mesmo jeito que sua dieta pode ir para o espaço quando sua barriga está vazia, você não deve entrar em uma discussão quando você sentir que sua energia mental está no limbo. Da mesma forma, se você estiver tentando ser persuasivo, ataque quando seu alvo estiver na lona.
Edward Burkley, da Universidade Estadual de Oklahoma (EUA), estudou o impacto da exaustão cognitiva na resistência de 78 estudantes. O plano era convencê-los a aceitar somente um mês de férias no verão, e não três. Metade dos estudantes foi para o teste descansada. Mas os outros 50% tiveram de completar uma tarefa prévia de autocontrole, na qual deveriam escrever tudo que vinha às suas cabeças enquanto tentavam anular qualquer pensamento sobre um urso-branco. Essa atividade usaria algumas de suas resevas de energia mental e autocontrole. Resultado: Burkley provou que os estudantes que haviam participado da tarefa do urso-branco resistiram menos à idéia de abrir mão de dois meses sem aulas.
Burkley também estudou o outro lado desse efeito. Ele pediu a um outro grupo de 72 alunos que avaliasse o plano de encurtamento das férias. Metade deles foi informado que o plano seria implementado em dois anos, ou seja, ainda durante suas vidas acadêmicas. Os outros foram informados de que ele não seria implementado nos dez anos seguintes. O pesquisador queria testar a hipótese de que os alunos apresentados ao cenário de dois anos usariam mais sua energia mental, pois eles estariam mais motivados a argumentar contra aquela idéia desagradável.
Depois, os estudantes foram desafiados a completar um quebra-cabeças sem solução (eles não sabiam desse detalhe), técnica comum em estudos que tentam mensurar o autocontrole dos voluntários. Na média, os participantes do grupo dos dez anos persistiram um minuto a mais antes de desistir, sugerindo um desgaste mental menor do que os indivíduos do grupo dos dois anos.
É óbvio que há uma forma de exaustão mental que não requer muito raciocínio: aborreça alguém até a sua submissão. “As crianças fazem bom uso dessa técnica”, diz Burkley.

6>>>ONLINE OU AO VIVO?
Neste mundo em alta velocidade, raramente temos tempo para papos cara a cara. Você provavelmente conduz muitas das suas negociações pessoais e de trabalho por e-mail, MSN, celular ou outro dispositivo eletrônico com absoluta naturalidade. Qual o impacto disso em seu poder de persuasão? A questão intrigou Rosanna Guadagno, da Universidade do Alabama (EUA), e Robert Cialdini, da Universidade Estadual do Arizona (EUA). A dupla tem comparado o que muda na nossa capacidade de convencer alguém online ou ao vivo.
Em estudo realizado em 2002, Guadagno e Cialdini fizeram um grupo de alunos discutir a introdução de novas provas em seus cursos. O grupo foi dividido em duplas do mesmo sexo. Sem que os voluntários soubessem, cada par incluiu um cúmplice dos pesquisadores, cuja missão era oferecer argumentos a favor das provas a mais. Metade das discussões foi feita em chats online, e os outros 50%, pessoalmente. Os homens obtiveram resultados similares em ambas as sessões, mas as mulheres foram muito mais persuasivas nas conversas cara a cara do que online.
Para Guadagno e Cialdini, mulheres em grupo tendem a formar laços rapidamente. Chegar a um acordo é fácil nessa situação. Como a comunicação eletrônica interrompe a troca de pistas sociais e corporais utilizadas pelas mulheres para estabelecer pontos em comum, o poder de persuasão vai para o espaço.
Por outro lado, homens em grupo tentam impor sua competência e independência, o que leva à competição natural. Quando dois homens que não se conhecem debatem sobre algo, a interação online é tão eficaz quanto a cara a cara. Mas há um senão: se os machos já se conhecerem e travarem uma competição saudável, os encontros pessoais são menos produtivos e as discussões online são bem melhores.
Logo, se você é uma mulher e quer persuadir outra, o melhor a fazer é não marcar um encontro. Agora, se você é um homem, escolha o meio de comunicação que preferir. E o trabalho de Guadagno e Cialdini prossegue: os pesquisadores estão no meio de um novo estudo, agora misturando homens e mulheres.

7>>>APELE PARA A RAIVA
Deixar alguém irado pode parecer uma técnica bizarra quando se quer conquistar aliados. Mas, de acordo com Monique Mitchell Turner, professora de comunicação da Universidade de Maryland (EUA), trata-se de uma ferramenta mal-interpretada. Muitos estudos já foram realizados sobre como as emoções auxiliam na persuasão. A mais conhecida e estudada é o medo. Ele serve bem em campanhas que buscam clarear idéias sobre certas atitudes e comportamentos, como fumar ou fazer sexo sem proteção.
“O problema é que o medo nem sempre funciona. Na maioria das vezes, as pessoas acabam resistindo a ele”, diz Turner. O mesmo pode ser dito sobre a culpa. Ela até pode ser eficaz (lembre-se como sua mãe já usou esse expediente contigo), mas isso não ocorre quando as pessoas percebem que estão sendo manipuladas. Basta apelar demais para o sentimento de culpa para esbarrar em resistências. “Ninguém quer que os outros digam que somos pessoas más”, afirma Turner.
A raiva é diferente. Para começar, ela é direcionada aos pecados do outro, e não para os seus. Trata-se de uma emoção com muitas utilidades, geralmente usada como resposta a injustiças. “A raiva faz as pessoas se sentirem como justiceiros”, diz Turner. O debate sobre o uso construtivo da raiva é intenso. A partir de análises feitas com grupos de estudo que empregam o sentimento como tática – como no caso de organizações que pregam a defesa do meio ambiente e até mesmo campanhas políticas -, descobriu-se que a raiva pode ser empregada com eficácia.
O primeiro passo é convencer as pessoas de que o assunto em questão é relevante para elas, que afeta sua vida, a de seus filhos, a sua comunidade. “Aí é preciso bater na mesma tecla. Por exemplo, enfatizar o que há de errado no mundo de hoje”, diz Turner. A partir do instante em que as pessoas estão iradas, basta oferecer um caminho sensato para resolver a situação. “Quando esses sentimentos de raiva são acompanhados de uma solução, a mensagem tem mais chance de ser persuasiva”, afirma a professora.

8>>>DRIBLE A RESISTÊNCIA
Ao longo das décadas, os psicólogos vêm estudando o que faz certas mensagens serem mais atraentes do que outras. Entretanto, nos últimos anos, alguns pesquisadores passaram a rever essa idéia. Um bom punhado de evidências sugere que acabar com a resistência à persuasão pode ser mais importante. O fato é que todos somos naturalmente desconfiados quando alguém tenta nos persuadir, especialmente quando achamos que estão tentando nos ludibriar.
Pense em anúncios que usam celebridades para vender produtos sobre os quais elas claramente não sabem coisa alguma. Você acredita em seus testemunhos? Provavelmente não. Até aqui tudo óbvio. Mas há um ponto importante. Nossa resistência natural indica que persuasão em excesso pode levar exatamente ao objetivo contrário. Quem resiste às investidas de um expert em persuasão com sucesso torna-se ainda mais apegado a suas opiniões. Pior: quanto mais forte, plausível e autoritária for a tentativa de persuasão, mais resistentes ficamos.
À primeira vista, isso parece paradoxal. Pensar que um argumento forte causaria mais impacto é lógico, certo? Não necessariamente. Ao que tudo indica, quem resiste a bons argumentos, muitas vezes apresentados por especialistas, acaba concluindo que suas próprias idéias são ainda mais poderosas. “Se você quer mudar a atitude de alguém, tenha ótimos argumentos”, diz Zakary Tormala, da Universidade de Stanford (EUA). “Mas, se a pessoa resistir à sua mensagem, há o risco de que ela fique ainda mais segura sobre suas próprias crenças”, diz o pesquisador.
Como superar esse entrave? Richard Petty, da Universidade Estadual de Ohio (EUA), dá a receita: “Apresente posições mais próximas à de seus alvos, depois direcione-as lentamente no caminho do seu objetivo. E lembre que você também pode tentar seduzir alguém levantando sua auto-estima. Quando você se sente bem consigo mesmo, fica mais aberto a mensagens desafiadoras”.

 

Como convencer alguém a acreditar em qualquer coisa

Como convencer alguém a acreditar em qualquer coisa
Escrito por M.Farouk Radwan, MSc.
como convencer as pessoas

Psicologia de convencer alguém

Convencer alguém a acreditar que você é tudo para convencê-lo a aceitar uma nova crença ou atualizar seus conhecimentos ou crenças sobre uma ideia já existente.
Nem todas as pessoas vão aceitar suas idéias da primeira tentativa, mas a boa notícia é que há regras que podem aumentar a sua chance de convencer outras pessoas a acreditar em você.
Se a pessoa que você quer convencer tem conhecimento ou experiência prévia sobre o que você está tentando convencê-lo com o então seu principal objetivo é sacudir suas crenças e para provar que ele estava errado. Depois de fazer isso, você pode presenteá-lo com sua própria idéia.
Se a pessoa não tem uma idéia prévia sobre essa coisa, então você pode simplesmente começar por dizer-lhe sobre suas crenças imediatamente.
Por que não consigo convencer outras pessoas?
Antes de aprender como convencer alguém a acreditar em algo ou para aceitar a sua idéia de que você deve primeiro saber as razões que geralmente fazem as pessoas se opõem a novas idéias e crenças:
Conflito crença: se um de seus amigos lhe disse que a terra não orbitar o sol, o que vai ser a sua resposta? É claro que você não vai acreditar nele, pois você já sabe que todos os nove planetas orbitam o sol. Você já tem uma opinião contrária e é por isso que você não acredita nele. Assim, o primeiro obstáculo que enfrentou o seu amigo quando ele tentou convencê-lo a acreditar na sua idéia era seu sistema de crenças.
Conhecimento: Quanto maior o conhecimento de uma pessoa sobre algo que o mais difícil vai ser convencê-lo. O que você acha que vai acontecer se você tentou convencer um professor de astronomia que o sol é apenas 1000 km de distância da Terra? Ele nunca vai acreditar em você, porque ele já tem conhecimento profundo sobre o assunto e que ele poderia lhe fornecer provas científicas que vão contra suas reivindicações. Assim, o segundo obstáculo para convencer as pessoas é o seu nível de conhecimento sobre o tema. Como você já deve ter notado, os dois primeiros obstáculos (velhas crenças e conhecimentos) podem ser agrupadas em uma coisa que está a ter outra crença que contradiz com o seu.
Céticos: Os céticos são pessoas que duvidam quase tudo e todos. Eles nunca aceitar qualquer coisa, a menos que eles são a certeza. Se você está lidando com uma pessoa cética, então isso vai adicionar mais dificuldades.
Como convencer alguém a acreditar em algo
Com base nos obstáculos anteriores, pode vir até com técnicas de contadores que podem aumentar a probabilidade de seu sucesso ao tentar convencer alguém. Estas técnicas são:
Balançando a crença existente: O mais assertivo e confiante de som você ao falar sobre sua crença maior será a possibilidade de apertar a crença de outra pessoa sobre essa coisa (desde que ele não tem muito conhecimento sobre isso). Falar em um confiante forma, usar gestos, linguagem corporal confiante , use um tom de voz confiante e você vai descobrir que a pessoa está começando a duvidar de suas próprias crenças.
Minar sua base de conhecimento: Mesmo que você estava confiante ao falar base de conhecimento da pessoa poderia atuar como uma barreira para convencê-lo com suas idéias. É por isso que convencer uma pessoa que você sabe mais do que ele é mais importante do que convencê-lo com sua idéia em si. Se você conseguiu convencer a pessoa de que você sabe mais do que ele, então, você vai se tornar uma fonte confiável de sua mente subconsciente. Como resultado, será muito mais fácil para você programar ele (ver programação subconsciente para mais informações sobre isso). Você não precisa de magia para fazer isso, você só tem que estar pronto, com a devida documentação e fatos sólidos. A mais clara evidência o seu é, e quanto mais você será capaz de minar a sua própria base de conhecimento mais fácil se tornará para convencê-lo com o seu ponto de vista. (Veja o poder do conhecimento nas negociações ).
Fornecer provas para o cético: Ao contrário do que os céticos comuns crenças podem acreditar em qualquer coisa, desde que você lhes dá clara evidência para apoiar a sua idéia. As pistas mais você pode oferecer para reforçar o seu argumento a menos cético a outra pessoa vai ser e mais fácil será para convencê-lo.
Programa seu subconsciente: A mente subconsciente pode ser programado por repetição: quanto mais uma afirmação é repetida mais ela pode abalar uma crença já existente, desde que 1) ou a mente consciente está ausente ou 2) que a fonte da idéia é confiável . Para mais informações sobre a programação a mente de alguém confira este guia . Você pode até mesmo programar alguém cair no amor com você, no meu livro, como fazer alguém se apaixonar com você i apontou como pode repetir certas palavras ou frases de resultado em fazer alguém se apaixonar por você. Sua magia não, crenças são formadas pela repetição e se você conseguiu repetir algumas vezes certa crença bastante uma pessoa pode realmente começar a acreditar nele também
Acreditando em sua idéia: Você notou que quando uma pessoa acredita fortemente em uma idéia que ele geralmente consegue convencer os outros a acreditar nele também? O empresário, que acredita que sua idéia é digno geralmente consegue construir um negócio muito bom. Quanto mais você acredita em sua idéia. Mais confiante e convincente você vai soar quando se fala sobre ele
Repetição e da Lei da Atração: Você pode programar a mente de alguém ao longo do tempo. Cada vez que você encontrá-lo falar um pouco sobre a sua idéia em seguida, deixá-lo. As frases que você disse para ele não será removido pelo seu subconsciente , mas ao invés disso eles serão armazenados até que algo reforça. Por exemplo, se você dizia seu amigo que ele é um piloto pobre, ele não pode acreditar que você até que ele passa a ter um acidente. Quando isso acontece, ele vai se lembrar de todos os seus comentários sobre as suas habilidades de condução e ele vai se convencer de que você está certo. (Veja a crítica e a lei da atração para saber por que isso aconteceu e para aprender a usá-lo).

 

Quer que alguém colabore? Faça ele se sentir envergonhado ou honrado

Quer que alguém colabore? Faça ele se sentir envergonhado ou honrado

Aqui esta uma boa dica para as pessoas que quiserem manipular as mulheres  e transformarem elas em esposas submissas e obedientes: Faça com que sua esposa fique envergonhada ou honrada para mudar o comportamento dela.
Segundo uma nova pesquisa, honra e vergonha funcionam igualmente bem em incentivar cooperação social. O estudo se baseia em experiências anteriores que mostram que a cooperação também pode ser alcançada se os participantes enxergarem a possibilidade de criar e manter uma boa reputação.
O estudo levou em conta os resultados de uma série de experimentos com 180 estudantes universitários. Os resultados mostram que a ameaça da vergonha e a promessa de honra aumentam a cooperação social em até 50%.
Os cientistas acreditam que a pesquisa fornece conhecimentos para potenciais futuras estratégias para enfrentar questões globais, como as alterações climáticas.
A vergonha e a honra podem servir como táticas para impulsionar a cooperação social, e são cada vez mais importantes na era digital do YouTube, Facebook e Twitter, onde os atos de vergonha e honra estão sendo compartilhados e propagados em velocidade impressionante.
Os pesquisadores afirmam que esses sentimentos são cada vez mais utilizados para influenciar política e mudança cultural. Por exemplo, para deter a evasão fiscal, muitos estados dos EUA recentemente implementaram políticas de postar os nomes dos devedores fiscais on-line.
Programas de conservação em larga escala usam a honra para incentivar a participação empresarial e pública, tais como etiquetas que indicam aos consumidores que os produtos que eles compram são sustentáveis.
O novo estudo é parte de uma série tentativas de estabelecer uma base científica para futuras estratégias de incentivo à cooperação em relação a questões globais.
Na pesquisa, a reputação real dos participantes estava em jogo. Em grupos de seis, os participantes receberam 12 dólares cada. Eles jogaram 12 rodadas de um jogo, e a cada rodada eram convidados a decidir separadamente se contribuíam com 1 dólar que se converteria para todos (o total doado seria dobrado e distribuído igualmente entre todos os jogadores, independentemente se eles tinham contribuído ou não).
Ou seja, no final, todos os participantes teriam o que sobrou de seus 12 dólares (o que eles não doaram), além de sua parte do “bolão”. Isso gera uma tentação de não contribuir e se aproveitar das contribuições dos outros.
Para testar o impacto da vergonha e da honra, os jogadores foram informados no final de 10 rodadas que pelo menos dois ou mais jogadores generosos seriam convidados a revelar suas identidades na frente dos outros participantes, enquanto os outros quatro jogadores permaneceriam anônimos.
A equipe descobriu que os efeitos induzidos pela vergonha e pela honra levaram igualmente a 50% mais cooperação (aproximadamente 33 dólares de contribuição total) em relação às experiências onde todos os participantes permaneceram no anonimato (aproximadamente 22 dólares de contribuição total).[ScienceDaily]

 

Técnicas de persuasão e lavagem cerebral utilizadas pelas igrejas

Técnicas de persuasão e lavagem cerebral utilizadas pelas igrejas

Compartilho com vocês excertos de um texto do psicólogo Dick Sutphen porque é de importância crucial para as pessoas conhecerem o que fazem com elas para assim poderem sair gradativamente da hipnose coletiva em que vivem ou como dizem alguns: da Matrix.
"Conversão" é um eufemismo para "lavagem cerebral". Qualquer estudo sobre o assunto tem necessariamente de mencionar algo sobre a Renovação Cristã na América do século XVIII. Em 1735, Jonathan Edwards descobriu as técnicas por acidente durante uma cruzada religiosa em Northampton, Massachusetts. Percebeu que induzindo culpa e tensão, os "pecadores" presentes sucumbiam e submetiam-se completamente aos seus comandos.
As técnicas estão sendo utilizadas ainda hoje na Renovação Cristã, mas também em cultos, treinamentos de potencial humano, reuniões de negócios e inclusive no Exército dos Estados Unidos, para não mencionar o resto. A meu ver, a maioria dos pregadores não sabe que está usando técnicas de lavagem cerebral. Edwards, no caso, simplesmente tropeçou numa que realmente funcionava, outros a copiaram, e ela continuou sendo copiada por mais de duzentos anos. Quanto mais sofisticados nosso conhecimento e tecnologia ficam, mais eficiente a conversão. Acredito fortemente que essa é uma das principais causas do aumento no fundamentalismo cristão, especialmente na sua versão televisionada, enquanto a maioria das religiões ortodoxas está definhando.
Os Cristãos podem ter sido os primeiros a utilizar com sucesso a lavagem cerebral, mas nós temos que nos voltar a Pavlov, o cientista russo, para obtermos uma explicação científica. No começo do século XX, seus estudos com animais abriram a porta para investigações em humanos. Depois da Revolução Russa, Lênin percebeu rapidamente as aplicações potenciais da pesquisa de Pavlov. Três estados distintos e progressivos de inibição transmarginal foram identificados por Pavlov. O primeiro é a fase equivalente, em que o cérebro dá idêntica resposta a estímulos fortes ou fracos. O segundo é a fase paradoxal, nela o cérebro responde mais intensamente aos estímulos fortes que aos fracos. O terceiro é a fase ultraparadoxal, onde padrões de respostas e comportamentos condicionados invertem-se de positivo para negativo ou vice-versa. Progressivamente, através de cada fase, o grau de conversão torna-se maior. Os meios para alcançá-la são muitos e extremamente variados, mas o primeiro passo a ser dado, tanto para a lavagem cerebral religiosa quanto política, é enfocar e trabalhar nas emoções do indivíduo ou grupo até que isso produza níveis anormais de raiva, medo, excitação ou tensão. Como conseqüência, essa condição impede o discernimento claro e aumenta a sugestionabilidade. Quanto mais esse estado for mantido ou intensificado, mais crescem seus efeitos. Uma vez atingida a catarse, ou "primeira fase mental", a manipulação torna-se mais fácil, e assim as programações mentais preexistentes podem ser substituídas por novos padrões de comportamento e pensamento.
... táticas de conversão e hipnose são duas coisas distintas, e as de conversão são muito mais potentes. Entretanto, normalmente as duas se encontram misturadas, mas com grandes resultados.

Como Agem os Pregadores

Apenas vá a alguma igreja e sente-se entre o meio e o fundo (preferencialmente no terceiro quarto). Alguma música repetitiva será tocada enquanto as pessoas organizam-se para começar a cerimônia. Essas músicas repetitivas, com batidas idealmente oscilando entre 45 a 72 por minuto (um ritmo próximo ao do coração humano), são muito hipnóticas e podem gerar estados alterados de consciência em uma alta porcentagem dos indivíduos, mesmo que mantenham os olhos abertos. Uma vez que as ondas cerebrais alfa sejam predominantes, você torna-se no mínimo 25 vezes mais sugestionável do que no estado beta de consciência. A música sendo a mesma para todos os eventos realizados pela igreja, ou ao menos possuindo a mesma batida, vai induzir um estado mental alterado quase imediatamente. Subconscientemente, o cérebro relembra-se de sua última experiência e responde entrando em transe automaticamente. Observe as pessoas aguardando o início da cerimônia. Muitas vão exibir sinais externos de transe: corpos relaxados e olhos levemente dilatados. Normalmente, enquanto estão sentadas em suas cadeiras, começam a balançar suas mãos no ar para frente e para trás. Abrindo o evento, provavelmente aparecerá o pastor-assistente, que costuma ser muito bem treinado na técnica da "voz cadenciada".
Após induzir um estado alterado de consciência, passam a ter como objetivo gerar excitação e expectativa na audiência. Comumente virá um grupo de jovens mulheres em vestidos "angelicais e puros" para cantar. Músicas Gospel são ótimas para gerar excitação e envolvimento. No meio da canção alguma delas pode ser "acometida por um espírito" e cair no chão, ou reagir como se estivesse sendo possuída pelo Espírito Santo. Isso aumenta muito eficientemente a tensão no ambiente. Nessa situação, táticas de conversão e hipnose estão sendo misturadas e, como resultado, a audiência está totalmente absorta. O ambiente vai tornando-se cada vez mais e mais tenso. Exatamente neste momento, quando o estado mental alfa foi atingido, passarão com a "cestinha de coleta". Ao fundo da igreja o pastor assistente com sua "Voz Cadenciada" provavelmente estará incitando os presentes dizendo – sempre cerca de 45 vezes por minuto – algo do tipo: "Dê a Deus... Dê a Deus... Dê a Deus... Dê a Deus...", e a audiência obedece.
A seguir aparece o pregador "fogo e enxofre" induzindo medo e tensão, falando sobre o "demônio", "ir para o inferno" ou a "proximidade do fim do mundo". No último encontro desse tipo em que fui, o pregador falava que em breve haveria apenas sangue saindo de todas as torneiras da Terra. Ele também era obcecado com o "machado sangrento do divino", que todos haviam "visto" na semana passada pendurado acima do púlpito. Não tenho dúvida de que todos o viram, o poder da sugestão aplicado a centenas de pessoas em hipnose assegura que ao menos 10 a 25 por cento delas veria qualquer coisa que ele dissesse estar lá. Na maioria desses encontros, após o "testemunho ocular", segue-se um sermão predominantemente baseado no medo. As pessoas da audiência virão ao palco para contar suas histórias. "Eu era aleijado e agora posso andar!", "Eu tinha artrite e agora ela se foi!". É um tipo de manipulação psicológica que realmente funciona. Depois de ouvir numerosos casos de curas milagrosas, as pessoas normais na platéia com problemas simples estarão convictas de que podem se curar. O lugar está carregado de medo, culpa, excitação e expectativas.

Primeira Técnica

Esteja alerta caso uma dessas organizações ofereça sessões de "manutenção" após o curso principal. Podem ser encontros semanais ou novos cursos lecionados periodicamente. Tentarão convencê-lo a participar dessa "manutenção" para manter controle sobre seus "aprendizes". Assim como souberam os Renovadores Cristãos, eles também sabem que para haver sucesso em manipulações de longo prazo é imprescindível que existam sessões de "manutenção" posteriores à conversão.

Segunda Técnica

Outra evidência de que táticas de conversão estão sendo utilizadas são as "atividades" que causam fadiga física e/ou mental. Consegue-se isso normalmente ao deixar os participantes tão ocupados por longos períodos de tempo que não têm tempo para refletir ou pensar sobre o que estão fazendo/ouvindo.

Terceira Técnica

Essa categoria, dizendo de modo simples, engloba todas as técnicas usadas para aumentar a tensão no ambiente.

Quarta Técnica

Insegurança. Eu poderia passar horas descrevendo várias técnicas usadas para gerar insegurança. A maioria dos participantes tem grande receio de que seus "treinadores" o coloquem no centro das atenções frente ao grupo. Uma das práticas mais comuns é levar os participantes a relatar seus segredos íntimos, e normalmente também são constrangidos a participar de atividades que enfatizem a "remoção de suas máscaras". Em um desses cursos, colocava-se um participante num palco de frente a todos os outros enquanto era verbalmente atacado pelos seus instrutores. Uma pesquisa feita alguns anos atrás mostrou que a fobia mais comum entre as pessoas é falar em público. Boa parte sucumbe, mas a maioria enfrenta essas situações de estresse extremo simplesmente "fugindo" mentalmente. Eles literalmente entram em alfa, o que os torna automaticamente muito mais sugestionáveis do que normalmente seriam. Essa situação representa mais um passo no caminho da conversão.

Quinta Técnica

Um outro traço típico é o uso de jargões ou neologismos que apenas tenham significado aos participantes do curso. Linguagem capciosa, depravada e/ou confusa também é usada propositalmente para causar constrangimento.

Sexta Técnica

Mais um sintoma do uso das técnicas de conversão é evitar o humor, ao menos até serem convertidos. Após isso, o divertimento e humor são altamente visados por serem símbolos da nova "felicidade" que os participantes supostamente teriam encontrado.
Tenho plena convicção de que pelo menos um terço da população mundial se enquadra no perfil que Eric Hoffer denomina "Crentes Cegos". São literalmente seguidores cegos, pessoas que querem livrar-se de seu poder. Elas procuram por respostas, significados e iluminação em coisas externas a si mesmas. Hoffer diz em seu livro "O Crente Cego" (um clássico sobre o assunto) que "essas pessoas não pretendem conseguir fortalecimento ou auto-afirmação, mas apenas fugir de si mesmas, dando o controle de suas vidas a outrem. São seguidoras não porque procuram auto-superação, mas, na verdade, porque anseiam a auto-renúncia.
Fonte: Dick Sutphen. Psychologie und Landmark Education. Tradutor: André Díspore Cancian.
Como deu para ver é um assunto sério e perigoso. Pessoas convertidas por essas técnicas deixam mais ainda de pensar com a própria cabeça do que o restante da humanidade, têm muito mais dificuldade para desenvolver a consciência. A persuasão e a lavagem cerebral são a razão de existirem fanáticos tanto políticos como religiosos. E o pior é que tais pessoas não têm a mínima idéia de que o são, quando confrontadas reagem veementemente contra a denominação de fanáticas, como também não se dão conta de que sofreram lavagem cerebral.

 

 

Como convencer alguém a acreditar em qualquer coisa

Como convencer alguém a acreditar em qualquer coisa
Escrito por M.Farouk Radwan, MSc.
como convencer as pessoas

Psicologia de convencer alguém

Convencer alguém a acreditar que você é tudo para convencê-lo a aceitar uma nova crença ou atualizar seus conhecimentos ou crenças sobre uma ideia já existente.
Nem todas as pessoas vão aceitar suas idéias da primeira tentativa, mas a boa notícia é que há regras que podem aumentar a sua chance de convencer outras pessoas a acreditar em você.
Se a pessoa que você quer convencer tem conhecimento ou experiência prévia sobre o que você está tentando convencê-lo com o então seu principal objetivo é sacudir suas crenças e para provar que ele estava errado. Depois de fazer isso, você pode presenteá-lo com sua própria idéia.
Se a pessoa não tem uma idéia prévia sobre essa coisa, então você pode simplesmente começar por dizer-lhe sobre suas crenças imediatamente.
Por que não consigo convencer outras pessoas?
Antes de aprender como convencer alguém a acreditar em algo ou para aceitar a sua idéia de que você deve primeiro saber as razões que geralmente fazem as pessoas se opõem a novas idéias e crenças:
Conflito crença: se um de seus amigos lhe disse que a terra não orbitar o sol, o que vai ser a sua resposta? É claro que você não vai acreditar nele, pois você já sabe que todos os nove planetas orbitam o sol. Você já tem uma opinião contrária e é por isso que você não acredita nele. Assim, o primeiro obstáculo que enfrentou o seu amigo quando ele tentou convencê-lo a acreditar na sua idéia era seu sistema de crenças.
Conhecimento: Quanto maior o conhecimento de uma pessoa sobre algo que o mais difícil vai ser convencê-lo. O que você acha que vai acontecer se você tentou convencer um professor de astronomia que o sol é apenas 1000 km de distância da Terra? Ele nunca vai acreditar em você, porque ele já tem conhecimento profundo sobre o assunto e que ele poderia lhe fornecer provas científicas que vão contra suas reivindicações. Assim, o segundo obstáculo para convencer as pessoas é o seu nível de conhecimento sobre o tema. Como você já deve ter notado, os dois primeiros obstáculos (velhas crenças e conhecimentos) podem ser agrupadas em uma coisa que está a ter outra crença que contradiz com o seu.
Céticos: Os céticos são pessoas que duvidam quase tudo e todos. Eles nunca aceitar qualquer coisa, a menos que eles são a certeza. Se você está lidando com uma pessoa cética, então isso vai adicionar mais dificuldades.
Como convencer alguém a acreditar em algo
Com base nos obstáculos anteriores, pode vir até com técnicas de contadores que podem aumentar a probabilidade de seu sucesso ao tentar convencer alguém. Estas técnicas são:
Balançando a crença existente: O mais assertivo e confiante de som você ao falar sobre sua crença maior será a possibilidade de apertar a crença de outra pessoa sobre essa coisa (desde que ele não tem muito conhecimento sobre isso). Falar em um confiante forma, usar gestos, linguagem corporal confiante , use um tom de voz confiante e você vai descobrir que a pessoa está começando a duvidar de suas próprias crenças.
Minar sua base de conhecimento: Mesmo que você estava confiante ao falar base de conhecimento da pessoa poderia atuar como uma barreira para convencê-lo com suas idéias. É por isso que convencer uma pessoa que você sabe mais do que ele é mais importante do que convencê-lo com sua idéia em si. Se você conseguiu convencer a pessoa de que você sabe mais do que ele, então, você vai se tornar uma fonte confiável de sua mente subconsciente. Como resultado, será muito mais fácil para você programar ele (ver programação subconsciente para mais informações sobre isso). Você não precisa de magia para fazer isso, você só tem que estar pronto, com a devida documentação e fatos sólidos. A mais clara evidência o seu é, e quanto mais você será capaz de minar a sua própria base de conhecimento mais fácil se tornará para convencê-lo com o seu ponto de vista. (Veja o poder do conhecimento nas negociações ).
Fornecer provas para o cético: Ao contrário do que os céticos comuns crenças podem acreditar em qualquer coisa, desde que você lhes dá clara evidência para apoiar a sua idéia. As pistas mais você pode oferecer para reforçar o seu argumento a menos cético a outra pessoa vai ser e mais fácil será para convencê-lo.
Programa seu subconsciente: A mente subconsciente pode ser programado por repetição: quanto mais uma afirmação é repetida mais ela pode abalar uma crença já existente, desde que 1) ou a mente consciente está ausente ou 2) que a fonte da idéia é confiável . Para mais informações sobre a programação a mente de alguém confira este guia . Você pode até mesmo programar alguém cair no amor com você, no meu livro, como fazer alguém se apaixonar com você i apontou como pode repetir certas palavras ou frases de resultado em fazer alguém se apaixonar por você. Sua magia não, crenças são formadas pela repetição e se você conseguiu repetir algumas vezes certa crença bastante uma pessoa pode realmente começar a acreditar nele também
Acreditando em sua idéia: Você notou que quando uma pessoa acredita fortemente em uma idéia que ele geralmente consegue convencer os outros a acreditar nele também? O empresário, que acredita que sua idéia é digno geralmente consegue construir um negócio muito bom. Quanto mais você acredita em sua idéia. Mais confiante e convincente você vai soar quando se fala sobre ele
Repetição e da Lei da Atração: Você pode programar a mente de alguém ao longo do tempo. Cada vez que você encontrá-lo falar um pouco sobre a sua idéia em seguida, deixá-lo. As frases que você disse para ele não será removido pelo seu subconsciente , mas ao invés disso eles serão armazenados até que algo reforça. Por exemplo, se você dizia seu amigo que ele é um piloto pobre, ele não pode acreditar que você até que ele passa a ter um acidente. Quando isso acontece, ele vai se lembrar de todos os seus comentários sobre as suas habilidades de condução e ele vai se convencer de que você está certo. (Veja a crítica e a lei da atração para saber por que isso aconteceu e para aprender a usá-lo).

 

 

Truques e segredos cruéis para uma mulher manipular um homem

Conheça os truques de manipulação femininos
Fique por dentro de algumas artimanhas que elas utilizam para conseguir o que querem

Vladimir Maluf

“Toda mulher consegue o que quiser de um homem”. Não são apenas elas que afirmam isso, muitos homens reconhecem que elas sabem exatamente como pedir para conseguir o que querem. Por isso, pedimos que elas mesmas revelassem os truques que usam para manipular os homens.
O mais comum é ser bem manhosa. Isabella Diniz, de 28 anos, garante que, por mais simples que seja, é infalível. “Você chega com jeitinho, falando mansinho, enche ele de agrados e beijos e pede o que quer... Sempre funciona”, garante a analista de vendas. E quando o momento é bem escolhido, então... “Pedir algo depois de uma noite de amor é garantido.”
Andrea Molina diz que, para os homens, o sexo é a mais valiosa moeda de troca. “Se vocês tiverem uma grande transa, pode pedir o que quiser, pois ele te coloca nas nuvens nessa hora. Mas se mesmo assim não der certo, experimente fazer greve de sexo... O homem fica ‘pianinho’”, garante a empresária de 34 anos.
Ana Carolina Fiori diz que os homens não resistem à fragilidade feminina. “Você mostra para o seu amado o quanto ele é necessário na sua vida, que jamais conseguiria fazer certas coisas sem o apoio de um homem como ele... E aí, lança o pedido.”, ensina a assistente comercial de 30 anos.
A tática da publicitária Joana* para conquistar tudo o que quer do namorado, ela admite, não é das mais honestas. Mas segundo ela muitas mulheres também usam e não assumem. “Aproveito todos os erros dele para cobrar depois. Jogo na cara mesmo... Todas as sacanagens que ele aprontar acabam sendo revertidas a meu favor.”
Fingir doença é um pouco demais, mas Amanda Oliveira conta que muitas vezes forjou uma cólica ou uma dorzinha de cabeça para ser paparicada... “Você fica toda molinha, deitadinha, só recebendo os mimos do amado”, diz a estudante de 25 anos. “Todo homem se derrete quando vê uma mulher carente e atende seus desejos.”
As dramáticas também conseguem o que querem... Não se sabe se o homem as atende por ficarem comovidos ou para acabar logo com o choramingo. Sandra da Silva, consultora de vendas de 32 anos, diz que poderia estrelar uma novela mexicana. “Não gosto de fazer isso sempre, mas muitas vezes já me disse muitíssimo magoada com coisas que eu nem dei tanta importância, principalmente para ter a companhia do meu marido em festas, casamentos e essas coisas que ele odeia.”


Como manipular os homens
Como manipular os homens: Joguinhos mentais para garotas malvadas

Vale tudo na guerra e no amor, então vai lá, manipule e trabalhe pelo que você quer!

Passo 1: Dê uma de difícil

Não corra pra atender telefones do seu homem, pra que servem torpedos e SMS? Ele vai te deixar uma mensagem no celular mas não responda por uns 2 dias. Se você fizer ele pensar que tem coisas mais importantes ele vai te querer mais.

Passo 2: Elogiando

Agora que você tem a atenção dele jogue o osso e massageie o ego dele. Diga a ele como é bonito ou como está impressionada com o conhecimento dele naqueles joguinhos difíceis de vídeo-game. Elogios funcionam bem especialmente com o passo 1: dando uma de difícil. Dá um elogio, afasta-se, dá um elogio, afaste-se. Olhe como ele está confuso – agora você está ganhando!

Passo 3: Suborno

Aqui é direto. Você sabe o que ele quer (sexo) mas não vai ter até que você tenha o que quer primeiro. Essa tática significa que você também tem que ficar um tempo sem... se satisfazer. Mas quem se importa quando aquele bracelete e sapatos lindos estão em jogo?

Passo 4: Ciúmes

Repita comigo: Nunca-Pare-De paquerar!. Se ele acha que outros homens estão atrás de você ele vai te querer mais, como um glorioso e brilhante troféu que ele quer ganhar. Assim que ele sentir a competição ele vai se ajoelhar pra fazer você feliz.

Passo 5: Dê uma de boba

O que você sabe de trocar pneus? Sacolas pesadas? Computadores? Oh, se apenas você fosse mais forte. E entender aquelas contas de imposto de renda e do banco, já dá dor de cabeça.

Sim aproveite as coisas que ele faz pra você, bota o feminismo uns 100 anos atrás mas te dá uma ajuda e paz

Passo 6: Lágrimas

Se tudo falhar, utilize aquilo que você aprendeu quando pequena. Ligue a torneira. Nada de choradeiras feias, apenas lindas gotas e soluços. Homens tem medo de mulheres chorando, eles farão qualquer coisa ao alcance pra te fazer parar. Só não vá muito longe se não ele pode achar que você dá muito trabalho. Ah mas, há muitos mais peixes no mar mesmo.

10 técnicas comuns usadas para manipular a opinião pública – Engenharia Social e suas armadilhas

09/03
2012 BabuWin Postado por BabuWin em Curiosidades, Listas Compartilhe esse post no Facebook

 

A Engenharia Social nunca esteve tão presente no nosso dia quanto é hoje. Ela está em todos os lugares, embora você não perceba. As idéias de Skinner e sua trupe do behaviorismo, em conjunto com a ascensão da Neurologia, mapearam o ser humano de Cabo a Rabá. Especialistas dessa área encontram-se em praticamente em todos os segmentos, mas principalmente, na publicidade. O que eles querem é te persuadir, te manipular a fazer o que eles programaram para você. Esse post fala sobre os princípios das técnicas mais comuns de manipulação da opinião pública usadas atualmente, que seria bom você ler para ficar um pouco mais antenado e não cair em tudo que eles falam ou apresentam. Confira:

10. A estratégia da diversão

 Elemento primordial do controle social, a estratégia da diversão consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mutações decididas pelas elites políticas e econômicas, graças a um dilúvio contínuo de distrações e informações insignificantes.

A estratégia da diversão é igualmente indispensável para impedir o público de se interessar pelos conhecimentos essenciais, nos domínios da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética.

“Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por assuntos sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar, voltado para a manjedoura com os outros animais” (extraído do livro “Armas silenciosas para guerras tranquilas” )

9. Criar problemas, depois oferecer soluções

Este método também é denominado “problema-reação-solução”. Primeiro cria-se um problema, uma “situação” destinada a suscitar uma certa reação do público, a fim de que seja ele próprio a exigir as medidas que se deseja fazê-lo aceitar. Exemplo: deixar desenvolver-se a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público passe a reivindicar leis securitárias em detrimento da liberdade. Ou ainda: criar uma crise econômica para fazer como um mal necessário o recuo dos direitos sociais e desmantelamento dos serviços públicos.

8. A estratégia do esbatimento

Para fazer aceitar uma medida inaceitável, basta aplicá-la progressivamente, de forma gradual, ao longo de 10 anos. Foi deste modo que condições sócio-econômicas radicalmente novas foram impostas durante os anos 1980 e 1990. Desemprego maciço, precariedade, flexibilidade, deslocalizações, salários que já não asseguram um rendimento decente, tantas mudanças que teriam provocado uma revolução se houvessem sido aplicadas brutalmente. Países que vivem em guerras, por exemplo, os EUA, gastam muito para persuadir e encaminhar as massas ao objetivo do governo. Hollywood que o diga, faturou trilhões na década de 70, 80, 90 para incentivar o “patriotismo cego” dos americanos. Ou você não percebeu ainda que nos filmes dessas datas, os americanos são sempre os bons moços que querem libertar o mundo da garras cruéis do mal?

7. A estratégia do diferimento

Outro modo de fazer aceitar uma decisão impopular é apresentá-la como “dolorosa mas necessária”, obtendo o acordo do público no presente para uma aplicação no futuro. É sempre mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro porque a dor não será sofrida de repente. A seguir, porque o público tem sempre a tendência de esperar ingenuamente que “tudo irá melhor amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Finalmente, porque isto dá tempo ao público para se habituar à ideia da mudança e aceitá-la com resignação quando chegar o momento.

Exemplo: a passagem ao Euro e a perda da soberania monetária e econômica foram aceites pelos países europeus em 1994-95 para uma aplicação em 2001, mesmo sendo uma ideia questionável desde o primeiro momento, veja a crise instalada na Europa hoje. Outro exemplo: os acordos multilaterais do FTAA (Free Trade Agreement of the Americas) que os EUA impuseram em 2001 aos países do continente americano ainda reticentes, concedendo uma aplicação diferida para 2005.

6. Dirigir-se ao público como se fossem crianças pequenas

A maior parte das publicidades destinadas ao grande público utilizam um discurso, argumentos, personagens e um tom particularmente infantilizadores, muitas vezes próximos do debilitante, como se o espectador fosse uma criança pequena ou um débil mental. Exemplo típico: a campanha da TV francesa pela passagem ao Euro (“os dias euro”). Outro exemplo: nossos comerciais de cerveja. Outro exemplo: personagens-bordões do Zorra Total. Quanto mais se procura enganar o espectador, mais se adopta um tom infantilizante. Por quê?

“Se se dirige a uma pessoa como ela tivesse 12 anos de idade, então, devido à sugestibilidade, ela terá, com uma certa probabilidade, uma resposta ou uma reação tão destituída de sentido crítico como aquela de uma pessoa de 12 anos”. (cf. “Armas silenciosas para guerra tranquilas” )

5. Apelar antes ao emocional do que à reflexão

Apelar ao emocional é uma técnica clássica para curto-circuitar a análise racional e, portanto, o sentido crítico dos indivíduos. Além disso, a utilização do registo emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para ali implantar ideias, desejos, medos, pulsões ou comportamentos… O emocional rompe suas defensas.

Outra camada emocional dos humanos que são seus pontos fracos são suas paixões. As paixões impedem você raciocine e responda a situação pela reflexão e lógica. Entendimento que, inclusive é adotado pelo nosso judiciário no julgamento dos crimes. Sentimentos passionais são motores que impulsionam a persuasão. Por isso que, você pode criticar o que quiser, exceto as emoções e paixões de um povo. Quantas vezes você já viu algum político brasileiro fazer algo contra o futebol? Ou contra o carnaval? Ou uma emissora de TV americana criticar o Super Bowl? Ou um jornal francês falar mal da Arte? Perceba, você pode afundar um país como aconteceu na Grécia, pode fazer rombos imensos no erário como acontece no Brasil, a única atitude que lhe é vedada é se opor as paixões. O bom titereiro usa as paixões como cordas extras na sua marionete para poder controla-la com maior facilidade. Se opor, seria cortá-las. Menos cordas, menos controle. Ponha-se no lugar da marionete e pense: quantas linhas das paixões você conseguiria cortar?

4. Manter o público na ignorância e no disparate

Atuar de modo a que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para o seu controle e a sua escravidão.

“A qualidade da educação dada às classes inferiores deve ser da espécie mais pobre, de tal modo que o fosso da ignorância que isola as classes inferiores das classes superiores seja e permaneça incompreensível pelas classes inferiores”. (cf. “Armas silenciosas para guerra tranquilas” )

Sabe o porquê disso? As classes superiores temem. O povo é e sempre será a maioria. Eles somente poderão impor suas regras enquanto o povo estiver inconsciente do seu poder. O despertar da consciência pode resultar numa revolta sem precedentes. Já imaginou se a maioria estivesse ciente do poder que a grande massa tem? Quem poderia segurar?

3. Encorajar o público a comprazer-se na mediocridade

Encorajar o público a considerar “fixe” o fato de ser idiota, vulgar e inculto… Veja que é incidida, por exemplo, na cultura de vários países, o comportamento de deboche frente a pessoa que usa a linguagem culta da sua língua fora de ocasiões formais. Ou doutrinar o público a adotar comportamentos como sinal de inteligência, tais como:

  1. Relacionar gostos, crenças e estilos como reflexo de inteligência;
  2. Atribuir o ceticismo e a incredulidade extrema ao raciocínio e lógica e , consequentemente, a Inteligência, permitindo que os próprias vítimas das manobras de indução virem peões jogando ao seu favor e dissuadindo a opinião publica para longe do objeto comprometedor;
  3. Dogmatizar a Ciência, que assume o papel de Religião aos seus adeptos, transformando suas decisões e visões em relação ao ponto de vista do público em conclusões indiscutíveis e insusceptíveis a erros.
  4. Ensinar que a opinião da maioria sempre é aquela que você deve adotar.

2. Substituir a revolta pela culpabilidade

Fazer crer ao indivíduo que ele é o ÚNICO responsável pela sua infelicidade, devido à insuficiência da sua inteligência, das suas capacidades ou dos seus esforços. Assim, ao invés de se revoltar contra o sistema econômico, o indivíduo se auto-desvaloriza e auto-culpabiliza, o que engendra um estado depressivo que tem como um dos efeitos a inibição da ação. E sem ação, não há revolução!…

1. Conhecer os indivíduos melhor do que eles conhecem a si próprios

No decurso dos últimos 50 anos, os progressos fulgurantes da ciência cavaram um fosso crescente entre os conhecimentos do público e aqueles possuídos e utilizados pelas elites dirigentes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” chegou a um conhecimento avançado do ser humano, tanto física como psicologicamente. O sistema chegou a conhecer melhor o indivíduo médio do que este se conhece a si próprio. Isto significa que na maioria dos casos o sistema detém um maior controle e um maior poder sobre os indivíduos do que sobre a manutenção do sistema. Ou seja, ele é susceptível de erros a partir que a estratégia é conhecida pela maioria.

 

“Deixe-me emitir e controlar o dinheiro de uma nação e não me importarei com quem redige as leis.” Mayer Amschel (Bauer) Rothschild

 


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